12.9.18

Um é pouco. Dois é bom, três é demaaais!!!!


Uma das coisas que mais me deixou feliz no segundo Encontro Usk Brasil de São Paulo, em 2017, foi a consciência de que a partir de agora, pelo menos uma vez por ano os Sketchers brasileiros têm um encontro marcado para desenhar, dar risadas e reafirmar a paixão pelo desenho. Eu cito o encontro de Sampa pois, nesse momento, o Encontro de Curitiba (2016) passou a ser o primeiro. Se não houvesse esse segundo, aquele teria sido um evento perdido no tempo. E agora, o terceiro: Salvador!!!
Foi uma alegria imensa rever os amigos de todo o Brasil e conhecer novos. Sim, percebi claramente que os grupos Usk cresceram bastante pelo país. Que beleza!
Organizar um Encontro nacional é um pepino. Falo por experiência própria. Mas quero deixar aqui minha admiração e meus parabéns pela condução perfeita do grupo de Salvador. Simplesmente não tenho nada de errado a apontar. Nem a chuva, pior inimiga dos Sketchers, atrapalhou. Foi até pitoresco! Kkkkkk
Ao André Lissonger, Alejandra Muñoz, Nei Barreto, Babi Loure, André, Cesar... (devo estar esquecendo alguém, com certeza!), todo o meu parabéns pela recepção e organização. Nos sentimos em casa!
Mas agora vamos ao que interessa: os desenhos!


Antes do início oficial, minhas meninas me levaram pra praia, o que não é muito a minha praia. Eeeehhhhh! Kkkk (piada de tiozão). Mas foi bom desenhar debaixo do guarda-sol na companhia do Mateus Rosada e Fabiano Vianna



Primeiro encontro oficial: Terreiro de Jesus. Logo ao chegar, a figura do pregador fanático religioso cagando regras engraçadíssimas roubou toda a atenção. Desenhei ele primeiro e guardei algumas pérolas. Depois fiz o restante. Mas tive que parar umas 7 vezes pois a chuva não deu trégua. Papai do céu castigou que tirou sarro do tiozinho! Kkkkkk



Não dá pra ir à Salvador e não desenhar o Pelourinho, né? Estava indo tudo bem quando, ao levantar a cabeça, me deparo com uma moça segurando um bebê e tirando uma selfie. Não sei como, consegui traça-la rapidamente e fazer o registro. Deixou o desenho mais humano!



Ganhei um torrão doído no pescoço, mas consegui fazer o desenho clássico do Elevador Lacerda e Mercado Modelo



A chuva atrapalhou um pouco o desenho do Solar do Unhão, mas consegui finalizas as cores mais tarde. Mas o que eu mais gostei mesmo foram os troncos da árvore aí à direita, Coisa linda!



Pra fechar com chave de ouro, fomos até o Forte de São Marcelo que nos dá uma visão privilegiada de Salvador. Durante o desenho baixou em mim “Simon, distorcedor de prédios”, e fiz o Lacerdão dançar. Quase no fim do desenho, a moça de camisa amarela apareceu. Me toquei que somente o desenho dela ali daria a consciência da mureta.



Na única vez que desenhei à noite (estava muito ocupado conversando e dando risadas), consegui fazer esse registro aqui, dos meus bons amigos Carol Grilo, Ivan Jeronimo e Fernando Popp


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