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5.2.16

Diário Gráfico de Goiânia/GO, Goiás Velho/GO, Pirenópolis/GO e Corumbá de Goiás/GO

Em janeiro, em uma viagem de 4 dias à 4 cidades de Goiás resultaram em um diário gráfico. Quatro dias bem produtivos, um dia em cada cidade: Goiânia, Goiás Velho, Pirenópolis e Corumbá de Goiás.



Saindo de Brasília, com o carro revisado, sentido Goiânia pela BR 060, mas à 5Km de Goiânia,  a mangueira de água se rompe e a espera uma hora aproximadamente pelo socorro: um guincho e um táxi.

Mapa esquemático do Trajeto.


Como era Domingo, o carro somente estaria pronto na Segunda às 11h. Já na segunda e depois uma volta rápida em Goiânia em alguns pontos turísticos, não restou tempo para nenhum sketch então deixarei aqui alguns sketches da viagem do ano passado à Goiânia.

Estação de Goiânia- Art Decó

Centro Cultural Oscar Niemeyer

Centro Cultural Oscar Niemeyer

Fim da Segunda-feira rumo à Goiás (Velho), a primeira capital de Goiás,  à noite debaixo de chuva, e com uma estrada onde 90% tinha sido recentemente duplicada,  mesmo com a melhoria da estrada, a  viagem que seria de 2 horas de Goiânia à Goiás passou para 3 horas.


Goiás ou Cidade de Goiás ou Goiás Velho foi a primeira capital de Goiás com uma arquitetura barroca colonial muito bem conservada, sendo considerada pela UNESCO como Patrimônio Histórico e Cultural Mundial. A cidade é linda e me rendeu alguns momentos para sketches.

Residência em Goiás Velho

Residência da Poetisa Cora Coralina (esquerda) vista da varanda do 1º hotel da cidade em Goiás Velho

Igreja Nossa Senhora do Rosário em Goiás Velho

Pátio do convento ao lado Igreja Nossa Senhora do Rosário em Goiás Velho

Rua em frente à Igreja Nossa Senhora do Rosário em Goiás Velho

Igreja Nossa Senhora da Abadia em Goiás Velho

Igreja da Boa Morte em Goiás Velho

Residência em Goiás Velho

Cúria parte posterior da Igreja da Matriz "Santana"


Fim da Terça- feira, em direção à Pirenópolis, o trajeto era acompanhado por paisagens encantadoras e nas proximidades de Pirenópolis uma neblina densa deixou a viagem tensa e cansativa, chegando à cidade debaixo de uma chuva fina. No dia seguinte um passeio por toda a cidade rendeu mais alguns sketches.


Pirenópolis é bem movimentada e com muitas lojas e restaurantes voltados para o turismo, um pouco diferente de Goiás Velho, e mesmo com toda a movimentação e o turismo intenso na cidade, Pirenópolis também tem seu charme, com muitas edificações ainda conservadas. 
Residência das Esquadrias Rosa em Pirenópolis

Coreto em Pirenópolis

Igreja do Bonfim em Pirenópolis

Comércio em Pirenópolis


E ainda antes do meio-dia seguimos para Corumbá de Goiás, cidade próxima e que também tem algumas edificações conservadas para então voltar à Brasília neste mesmo dia pela BR 070, passando pelo Salto do Corumbá fechando com chave de ouro essa viagem.



Igreja Matriz de Corumbá de Goiás e Residência à esquerda.
Residências em Corumbá de Goiás.
Salto do Corumbá na saída da cidade de Corumbá de Goiás.

14.11.15

12º Encontro de Urban Sketchers Brasília

Em meu primeiro post como correspondente de Brasília apresento como ocorreu o 12º Encontro USK Brasília.

Hoje, ocorreu o nosso encontro mensal que foi no Memorial dos Povos Indígenas. O Memorial como muitas outras obras de Brasília também foi projetada por Oscar Niemeyer. Recentemente o Memorial sofreu uma intervenção em sua fachada, devido a uma exposição do Moitará, Programa de trocas culturais.  Por motivo dessa exposição foram pintadas símbolos do Povo Xingu na fachada do Memorial que representa a despedida dos mortos.

Essa intervenção foi pintada por 4 indígenas do Xingu em meados de Outubro e ficará até de 17 de Dezembro quando termina a exposição.  A pintura é alvo de polêmica, pois o Memorial por se tratar de obra tombada não pode sofrer intervenção sem autorização do IPHAN. Em uma consulta ao funcionário do Memorial, o Sr. Elmar Humberto indicou que o IPHAN solicitou o retorno original da pintura branca, pois a atual pintura interfere no patrimônio.

Enfim, tem os cidadãos que gostam e os que não gostam, além da posição do IPHAN em relação as obras tombadas, mas cabe fazer um comentário, a pintura chama mais atenção do que a obra do Oscar Niemeyer.

Essa foi uma agradável manhã em companhias agradáveis, com ótimas conversas e novas amizades. Esperamos vocês no próximo encontro. A seguir, a mostra dos resultados do 12º Encontro USK Brasília que teve 8 participantes, a Silvia Mariozi, Camila Diógenes, Marina Rodrigues, Uly Pulga, Edras Evangelista, Jadson Magalhães,  Juan Carlos Guillén e Luana Kallas.

A Marina e Uly tomando um solzinho  e desenhando.


Em frente ao Memorial, Edras e Jadson sob um guarda-chuva para desenhar a entrada do Memorial.

O sol ficou mais forte e Marina e Uly se juntaram ao grupo da sombra e água fresca: Camila, Silvia, Juan Carlos e Luana.


Edras Evangelista


Memorial JK ao lado do Memorial dos Povos Indígenas. Jadson Magahães


Silvia Mariozi


Uly Pulga


Camila Diógenes.

Marina Rodrigues


Juan Carlos Guillén


Luana Kallas


Memorial dos Povos Indígenas - antes da intervenção.Foto: http://www.cultura.df.gov.br/


O Memorial dos Povos Indígenas após a intervenção de outro Ângulo. Foto: Luana Kallas.


A turma toda. Foto: Edras.


Um abraço a todos e até a próxima.
Luana Kallas






1.11.15

Conheça os Correspondentes: Luana Kallas de Brasília/DF

Luana Miranda Esper Kallas é natural de Governador Valadares/MG já morou em Belo Horizonte/MG, Vitória/ES, Teresina/PI e atualmente vive em Brasília/DF. Possui formação em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Piauí (UFPI). Especialista em Paisagismo (2005), Mestrado (2008) e Doutorado (2015) em Planejamento e Desenho Urbano pela Universidade de Brasília (UnB). E atualmente é coordenadora auxiliar no curso de Arquitetura e Urbanismo na Universidade Paulista (UNIP, campus Brasília). Já lecionou na UnB disciplinas de: Desenho Arquitetônico, Desenho e Plástica 2, Projeto de Paisagismo e Planejamento Urbano e atualmente, na UNIP, leciona para o curso de Arquitetura e Urbanismo as disciplinas: Desenho Técnico e Expressivo, Projeto Arquitetônico, Projeto Urbano e Paisagismo e Planejamento Urbano e Regional e para o Curso de Design de Interiores, a disciplina Design de Interiores Representação e acessibilidade.

"O desenho entrou na minha vida muito cedo, aos 7 anos de idade eu tinha um diário que gostava de replicar os desenhos dos vídeos do Philip Hallawell na TV Cultura e também replicava os desenhos que meu pai desenhava neste mesmo diário, meu primeiro sketchbook, perdido em uma das mudanças entre as cidades que já vivi".

Esplanada Florida . Brasília/DF

Durante muito tempo seguiu desenhando até concluir a faculdade de Arquitetura e Urbanismo, quando começou a fazer pós-graduação e se afastou do desenho retomando depois de 10 anos, quando lecionou na UnB, a disciplina Desenho e Plástica 2. Em pesquisas sobre a temática do desenho e da plástica se deparou com os Urban Sketchers, retomando o gosto pelo desenho. Em abril de 2014 organizou um Workshop na FAU UnB para a comunidade com a presença do Eduardo Bajzek, à época representante do USK Brasil, onde apresentou um pouco dos Urban Sketchers.


Esplanada do Planalto Noite . Brasília/DF


"Com isso o USK veio para ficar, começamos, juntamente com Juan Carlos Guillén Salas, a organizar alguns eventos de desenho urbano a partir de 7 de setembro de 2014, quando compareceu um grupo de 21 pessoas na esplanada para desenhar o desfile do 7 de setembro, mas acabamos por desenhar as pessoas caminhando pela esplanada dos ministérios. Tempos depois convidamos a Carla Freitas a colaborar com o USK Brasília e começamos com o primeiro encontro oficial do USK em Janeiro de 2015".


Igrejinha . Brasília/DF


Ermida Dom Bosco . Brasília/DF

Desde então tenta incentivar seus alunos de Arquitetura a desenvolver seus croquis da cidade, pois meio dos tablets ou naquins, aquarelas e canetas marcadoras, sendo esta última a técnica que mais gosta, pela praticidade e o efeito que as vezes pode parecer uma aquarela e pelo traço despojado proporcionado pelas canetas.

Casulo no CCBB . Distrito Federal

Além disso, nos encontros do USK Brasília, grupo que surgiu efetivamente em janeiro de 2015, tem conhecido mais do Distrito Federal e das cidades do entorno, observando paisagens urbanas que antes não notava e agora são retratadas pelo pincel.



Lugares onde publica: