Mostrando postagens com marcador USkSP. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador USkSP. Mostrar todas as postagens

30.1.17

O ano começou... e nem é carnaval ainda !



Queridos amigos sketchers,

Começamos as atividades em São Paulo na data da comemoração do Ano Novo Chinês, 28 de janeiro de 2017. Auspicioso ! Ano do Galo de Fogo, da agitação, energia, coragem e da comunicação. 

O bairro da Liberdade é um dos mais simpáticos de São Paulo e esta festa, na sua 12a edição, é sempre muito engraçada. Há de tudo: comidas típicas, barracas com temas típicos e outros apenas esotéricos, shows de música, danças e os tradicionais desfiles do dragão e do leão .... muita coisa para se desenhar.

Estávamos já, muitos de nós, em crise de abstinência . Precisávamos desenhar urgentemente para ativar nosso "sistema de recompensa" dopaminérgico (papo de médica - me perdoem, mas é isso mesmo que acontece). Tivemos a alegria de ter entre nós o casal Nelson e Maria que, de tão queridos, já foram adotados por nós em Sampa!

Vejam o resultado do nosso encontro aqui. Não consegui todos, mas vai uma boa amostra dos desenhos produzidos! Xīn Nián Hǎo (新 年 好) prá todos !!!



Heloisa
Selma
Thais



Helo
 
Silvia


David
Irmgard
Suely

Suely
James


Tereza

Tereza

Tereza

Tereza

Renato


Renato

Marilia

Marilia


Marco Tulio
Irmgard
Eliana

Kei

Fabiana

Geraldo
Nelson

Evelyn
Kato
Kato
Kato


12.12.16

100º Encontro de Urban Sketchers de São Paulo



Hoje foi o centésimo encontro de Urban Sketchers de São Paulo, lá no MASP, na Avenida Paulista. O encontro teve aproximadamente 95 pessoas e foi um sucesso! Foi bom demais rever tantas pessoas incríveis e que tanto contribuem para o grupo. Hoje infelizmente não participo tanto quanto gostaria, mas tenho boas memórias da época que organizava os encontros ao lado do Eduardo.

Fiz alguns desenhos para aquecer e depois sentei no meio da Paulista, na companhia do Renato Palmuti, para arriscar uma aquarelinha usando somente o waterbrush.

Segue resultado:


A foto final:

Desde que comecei a dar aulas a minha maior alegria é ver várias pessoas adquirindo o hábito de desenhar nas ruas. Sem dúvida é o melhor jeito de evoluir e estudar. Tive a alegria de levar 4 alunas no encontro de hoje. Espero que elas continuem! :)

E mesmo com a chuva o pessoal não desistiu! :D

E que venham os próximos 100 encontros!



30.10.16

Conheça os correspondentes: Eduardo Geraldes, de São Paulo-SP


Nascido e criado em São Paulo, as brincadeiras de desenhar sempre fizeram parte da infância, junto com o futebol no quintal de casa e as escapadas em carrinho de rolimã para descer as ladeiras da Vila Madalena, quando ainda era um bairro operário. Era lá onde ficava a escola estadual que fez parte da vida, no ensino fundamental e médio, que então eram ginasial e colegial.

O centro da cidade era um lugar especial. Muita gente, os edifícios imensos na perspectiva do moleque de 6 anos eram uma aventura nas caminhadas com meu pai, que por lá tinha um restaurante. “Isso é arquitetura”, dizia apontando para o edifício Copan, que mais tarde pude estudar no curso de arquitetura (FAU Mackenzie) de onde saí ainda nos anos 80.

Devidamente graduado, muita vontade e sonhos, em meio a uma crise econômica (mais uma!) que obrigava os recém arquitetos a encontrar alternativas e diversificar as atividades. Ao lado de pequenos projetos e da atividade docente , o desenho de ilustração e a execução de maquetes de arquitetura fizeram parte importante da vida durante mais de dez anos.



A possibilidade do mestrado e na sequência o doutoramento na USP e a carreira acadêmica não deixaram esquecer a paixão pelo traço, o desenho-desígnio-desejo, que agora encontrava eco nas aventuras teóricas, nas discussões sobre percepção ambiental, mapas mentais e trazem de volta Gordon Cullen, Kevin Lynch e o desenho como método de exploração do espaço urbano e da arquitetura… coisas que ficaram muito tempo por dizer, como dizia aquela musica, e que agora tinha a oportunidade de trazer com fundamento para as minhas aulas no curso de Arquitetura e Urbanismo…






E então era outubro de 2014 e a querida amiga Viviane Mendes me liga convidando pra uma manhã de desenho na FAU-USP com um grupo… um tal Urban Sketchers … ela não foi, mas la conheci o Eduardo Bajzec e o Fernando Simon, que veio de longe pro encontro. Gostei da brincadeira de desenferrujar os lápis, canetas e a velha aquarelinha Faber esquecida no fundo da gaveta…






E o que eu desconfiava ficou escancarado em Curitiba, nosso primeiro Encontro Nacional: um bando de trezentos apaixonados toma a cidade de lápis e pincéis em punho… cena inesquecível! Finalmente conheço pessoalmente aqueles que só existiam nas redes sociais e postagens de desenhos maravilhosos… os amigos agora são parte da vida e a paixão de desenhar diz que fica de vez! E a palavra é gratidão…
Então vamos desenhar, mostrando o mundo, um desenho de cada vez…

Edu Geraldes











19.8.16

Antenas, muros e portões



Quando criança observava estas altas antenas das subestações elétricas, conectadas umas nas outras em sequências perfeitas em seus inúmeros fios, e imaginava o máximo que seria se fossem robôs humanóides gigantes. Culpa dos antigos seriados de superheróis japoneses.
No bairro do Campo Belo, existe um espaço como este, visualmente impactante, com acesso por uma rua discreta. Estava lá passando e, já que tinha tempo, encostei na parede de uma oficina mecânica, e comecei a desenhar. Achei uma visão rica em informações, tinha caçamba, tinha muro e portão com arames enrolados no topo, e muitas antenas em sequência dentro de uma perspectiva que gostei muito de fazer. Poucas pessoas circulavam naquele trecho da rua, resolvi retratar um sujeito que passou rapidamente por mim com um cigarro na mão e olhar distante. Um senhor parou para conversar e observar, sorridente. A porta ao lado da parede em que estava encostado abriu, dali saiu uma mulher, me cumprimentou, trancou a porta e foi embora. Nisso foram duas horas de desenho.



Nesta semana também fiz outro sketch em outro ponto da cidade, mas acho que os dois possuem temas semelhantes, então o insiro aqui no mesmo post. Na rua Doutor Bacelar, em um canto, uma das calçadas dignas das piores. Como a rua desce, a calçada também desce, porém em forma de platôs, e as transposições entre eles possuem degraus que devem chegar a 50cm de altura. Portões fechados de antigos comércios, criando neste ponto uma destas áreas vazias no espaço urbano.


Interessante como em ambos os casos, as antenas, muros e portões, que criam espaços esquisitos e vazios, são dominados pelas linguagens urbanas da pichação e grafite.

25.7.16

O que teve no #81USkSP

1- teve convite do departamento de oficinas e programação para que um encontro do Urban Sketchers São Paulo acontecesse no Sesc Pompeia dentro da programação intitulada "Existe arte em SP"

2- teve divulgação no site e redes sociais do Sesc.

3- teve materiais artísticos disponibilizados pelo Sesc para os participantes do encontro.

4- teve contato com um sketch da arquiteta autora do projeto do Sesc Pompeia: Lina Bo Bardi.



5- teve visitantes de várias cidades do Brasil: Cláudia de Bauru, Lauro de Paraty, Caroline de Porto Velho, Cíntia de Porto Alegre, Márcia de Santo André e, Marília e Gervásio de Mogi das Cruzes que são membros fiéis do USk São Paulo.

6- teve os membros do USk São Paulo que são de outros países e reforça como nossa cidade é cosmopolita como Florencia que é do Uruguai, Vivien que é da Alemanha, Jeremias da Bolívia e Sandra da Colômbia. Preciso confirmar se o sr. Kato é nascido no Japão ou aqui mesmo no Brasil e nesse encontro não estava presente a nossa querida Catharine que é húngara.

7- Tivemos autorização para acessar locais que apenas associados tem acesso como o bloco esportivo.


8- teve netos Mariana, Soraya e Samuel desenhando com avó Elisa.

9- teve muitos amigos expressando que sentirão saudades dos 40 dias que ficarei fora de São Paulo sem estar presente nos encontros (estarei acompanhando tudo pela internet)

10- teve muitos participantes conhecendo o grupo pela primeira vez e esperamos que eles voltem para os próximos encontros.

11- teve sorteio dos brindes incríveis oferecidos pelos nosso grandes parceiros: livro e caderneta da Editora GGili Brasil e um sketchbook Hahnemühle da Dina Shop



12- teve 64 participantes nesse encontro que foi muito agradável, o maior público desde que comecei a coordenar o grupo desde Janeiro de 2015. Fico muito feliz e orgulhoso de ter todos vocês como parceiros e companheiros de desenho desbravando essa selva de pedra que não é tão dura e rígida como dizem. Eu amo São Paulo e amo fazer parte o Urban Sketchers.


Esperamos todos no nosso próximo encontro no Centro Cultural Banco do Brasil no dia 30 de Julho das 9h30 às 13h00 com coordenação da Irmgard Schanner e brindes da GGili Brasil e Dina Shop.