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13.9.19

LARGO DE SANTA RITA EM PARATY


Esse desenho é da manhã de sábado ensolarada (recebida com muita alegria por habitantes e turistas) do 1º Encontro Urban Sketchers RJ-SP que ocorreu em Paraty (RJ).
Depois de dar uma volta pelos arredores do Largo Santa Rita, me instalei ali na Rua Santa Rita, quase na esquina com a Rua Dr. Pereira, que me pareceu oferecer uma vista interessante.
Só havia me esquecido que por ser muito próximo aos cais, vez ou outra, na maré cheia, a água invadia aquela rua, inclusive a calçada ..
Algum tempo depois de ter me instalado naquele lugar, só vi a maré começar a invadir a rua .. em seguida, seria a calçada, onde eu estava ..
Desenhei, e ao mesmo tempo, torci para que a maré ao menos me permitisse concluir minha obra daquela manhã ..

27.11.16

ENCONTRO URBAN SKETCHERS SÃO PAULO NO MUBE

Encontro na manhã ensolarada de domingo de 27 de novembro de 2016 ..
Foi no MUBE Museu Brasileiro de Escultura .. sob a marquise, a feirinha de antiguidades ..


Mais a frente, a Arminda de Sônia Ebling sob o olhar dos amigos sketchers e mais um garotinho que inspirado neles, decidiu sketchar ..

25.11.16

Retrospectiva Urban Sketchers Curitiba

Foto: Ari Lopes da Rosa

Inauguramos ontem uma exposição de retrospectiva de trabalhos do grupo Urban Sketchers Curitiba, na Gibiteca – Solar do Barão. Neste lindo espaço cultural, construído em 1880, para servir de residência ao ervateiro Ildefonso Pereira Correia – o Barão do Serro Azul, estão reunidas importantes unidades da Fundação Cultural de Curitiba, relacionadas às artes gráficas: o Museu da Fotografia, o Museu da Gravura, o Museu do Cartaz e a Gibiteca. A sala é linda e possui além de um espaço amplo expressivo, mesas de vidro onde pudemos expor materiais, sketchbooks, originais, livros e cartazes. É como se as obras da parede espelhassem o modus operandi e as almas de cada artista preservadas sob o vidro. A exposição segue aberta até dia 28/2/17. Visitem e convidem seus amigos! O endereço fica na Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 533 – Centro.  

Foto: Washington Takeuchi

Foto: Rogério Shibata


Foto: Fabiano Vianna

Simon Taylor

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Urban sketchers são criaturas bem estranhas. Aparecem de repente, de todos os cantos da cidade. Munidos de aquarelas, marcadores, canetas, penais, pincéis, cadeiras de praia, bancos dobráveis. Com objetos estranhos e motivações curiosas – desenhar tudo o que veem.
Invadem as praças e sítios urbanos. Surgem acompanhados de fotógrafos igualmente estranhos.
Ao anoitecer, voltam para suas casas com seus sketchbooks lotados de desenhos. Satisfeitos como pescadores – com samburá cheio de peixe.

Foto: Fabiano Vianna


Alguns passam os dias da semana retocando as paisagens. Uma pincelada aqui e outra acolá.
E somente quando reveem as aquarelas é que realmente aproveitam as cenas desenhadas.
Como se o real só pudesse ter acontecido se foi desenhado.
O desenho é a prova que esteve e vivenciou os fatos.
Fazer um sketch (assim como a fotografia), é de certa forma se apropriar dos instantes. Capturar o tempo. Mas não é como a fotografia. Cada fotografia guarda em si minúsculos milésimos de segundos e dentro de cada sketch dormem centenas de fotografias.
Os uskers (como costumamos chamar) levam para suas casas a cidade na forma de sketches estáticos congelados.
Mas alguns detalhes os desenhos não conseguem enlaçar: as conversas sobre materiais e pincéis, os causos de viagem, as experiências com “uskers” de outras cidades, as histórias dos amigos fotógrafos, as preferências gráficas e descobertas novas...
O Urban Sketchers Curitiba surgiu em Junho de 2015 – totalmente conectado ao movimento dos desenhistas de rua, que em diversas partes do globo, empenham-se em capturar a vida das cidades.

Foto: Fabiano Vianna

Foram 75 encontros semanais (até agora) com centenas de desenhos fantásticos. Desde lugares tradicionais como – MON, Jardim Botânico, Rua XV de Novembro, Rua 24 Horas, Solar do Rosário a outros inusitados como – uma fábrica de aviões no Bigorrilho, ensaio da Orquestra Sinfônica do Paraná, Templo da Ordem Rosa Cruz, uma casa de madeira atrás da moita protegida por rasantes de andorinhas de porcelana, casas portuguesas temperadas com traços de Lolô Cornelsen, um templo de Musas Pitagóricas invisíveis, o ensaio de um balé fugaz, o escritório de um arquiteto renomado, uma casa de lambrequins de ovelhas sem ovelhas, um antigo moinho ocupado, uma remota fábrica de fitas dominada por trepadeiras, a casa-museu de Vilanova Artigas...




Fotos: Washington Takeuchi

Dizem que cada cidade possui uma luz, nebulosidade e atmosfera própria. Se isso for verdade, cada uma possui seus urban sketchers únicos. E dentro de cada um, uma infinidade de paletas, técnicas, pontos de vista, nasceres de sol, chuvas, lembranças e criaturas.
Urban sketchers são criaturas bem... 

(Fabiano Vianna, 24/11/16)

20.7.16

SKETCH EM MALTA



Meus desenhos também são as histórias de minhas viagens, dos lugares por onde passei .. Este é de Malta em abril/maio. Era uma manhã de domingo, faltando uma semana para deixar aquela ilha, impossibilitada de andar muito, escolhi a vista (dentre tantas deslumbrantes que havia naquele local), um banquinho na calçada em Sliema, sentei me e desenhei algo que não exigia tanto dos meus pés .. A capital daquele País, Valeta, que ficava em frente, depois daquele mar azul ..

19.7.16

3º USK Florianópolis

No parque da Luz.
Mais um encontro organizado pela Jaqueline Silva, foi uma tarde legal desenhando Floripa desde a pérgula do parque.





13.3.16

Rua Ermelino de Leão, Curitiba PR


Inúmeras vezes cruzei a Rua Ermelino de Leão, essa do desenho, em Curitiba.
Algumas delas na época que tinha um escritório do Edifício Tijucas; indo e vindo da XV. Vindo ou indo pra casa.
Às vezes, no intuito de traçar uma imensa e suculenta pizza sabor queijo grossona na Pizzaria Itália. (E para beber aquela vitamina rosa também, claro).
Fiz este desenho do terraço da Casa Samambaia – projeto da brother Bruna Castro, que habita, vivencia e compartilha o espaço, na cobertura do lindo Edifício Anita.
Tantas vezes me imaginei (como a maioria dos andarilhos curitibanos do centro) morando nela. Num dos delírios mais loucos, conjecturei possuir um bicho bem exótico e pescoçudo – tipo uma lhama ou um avestruz, na área externa, para que pudesse ser visto da rua.
O espaço interno é lindo e, lá de cima é possível ver e desenhar o movimento da cidade. Os rasantes dos pássaros, o ziguezague dos pedestres, as curvas dos táxis altamente laranjas...
A Ermelino não é mais a mesma desde a época que habitei o Tijucas.
Até a luz mudou.
A cidade se modifica como o sol – e lambe as faces dos prédios da XV de maneira diferente a cada hora do dia. E de maneira diferente a cada ano.
Lembro-me de um mendigo que tomava banho na água que escorria da calha do Hotel Del Rey em dias de chuva, o som dos gritos dos chineses e japoneses jogando futebol na Praça Osório nos sábados de manhã, o som das rodinhas das aeromoças da TAM e da GOL que desciam de seus furgões na Ermelino, da algazarra dos travestis na esquina da Carlos de Carvalho...
E há quem diga que, em determinadas horas do dia, ainda é possível ouvir o saxofone do man que se apresentava gratuitamente para os citadinos – numa das janelas da parte de baixo do Tijucas, em frente ao Largo Frederico Faria de Oliveira.
Eu acredito!




Fotos de: Washington Takeuchi 

1.3.16

CASA DAS ROSAS - SÄO PAULO - 68 ENCONTRO URBAN SKETCHERS SP

Desenho do encontro da manhä nebulosa de domingo, 28 de fevereiro de 2016 ..

Como teria de deixar o encontro mais cedo, cheguei no horário ..

Já havia estado na Casa das Rosas em outras ocasiöes, entäo escolhi uma vista que ainda näo havia desenhado: atrás da casa, onde funciona um café, sob o olhar de Oscar Niemeyer, sob vários tons, que reina no outro lado da Avenida Paulista ..




1.2.16

PÁTIO DO COLÉGIO – SÃO PAULO/SP



Do 1º oficial do ano e 66º Encontro Urban Sketchers de São Paulo, no dia 23 de janeiro de 2016 ..

O primeiro desenho, com lápis aquarelável azul cretacolor, de uma vista meio conhecida minha, enquanto esperava um capuccino e um salgado no Café do Páteo ..

O segundo em aquarela, do Pátio do Colégio, de vista que era nova para mim, mesmo após algumas visitas desenheiras a esse lugar ..



18.1.16

De Belém ao Marajó (Parte 1)


Viagem à Belém e Ilha do Marajó (parte 1)

Vou dividir este post em 2 partes para que não seja algo cansativo de se ler.


Mal começo a escrever esse post e fico desejando voltar no tempo.
Esse é um resumo básico do que foram férias de verdade em um local fantástico!




Direto à Praça da República em Belém ver o tal Teatro. Não rolou....

O "gênio" esqueceu de checar se estava aberto. Mas não foi um começo ruim pois a praça
inteira é um prato cheio, e acabou resultando no desenho abaixo.
Coreto em reforma na Praça da República - Belém -PA




E na mesma noite um jantar na Estação das Docas, na minha opinião um dos melhores pontos.







Estação das Docas - Belém - PA


Ahh o Mangal das Garças!
Um local que qualquer turista tiraria o chapéu.
Não quero estragar as surpresas de quem for lá.
então só digo que terá muitos animais e vistas como estas.






Duvido que não estejam desejando caminhar até o final deste pier.










Este é um casal de Jacu, que estão no viveiro de aves no Mirante das Garças

Mangal das garças visto do Mirante - Belém - Pará



Se você não tiver planejado algum restaurante
em especial.Vá ao  Mercado Ver-o-peso e prepare se pra engordar.
Aproveite pra desenhar lá, pois não faltará temas






Mercado Ver-o-peso - Belém - Pará

Estrutura tensionada no Mercado Ver-o-Peso - Belém - PA



































Homem preparando Açaí
















E para quem nunca foi a Belém e acha que conhece Açaí, procure comprar 1 litro do mesmo, batido na hora.
Depois me conta da diferença dos vendidos em outros lugares.






















E para fechar a visita à Belém.
Sombras aos fundos da Igreja Das Merces em um final de tarde.
Igreja Das Merces - Belém - PA



Parte 2 (breve)
Ilha do Marajó e suas praias. 
Praia de Água Boa - Ilha do Marajó - PA

















3.1.16

MOSTEIRO DE SÃO BENTO EM INÍCIO DE ANO – SÃO PAULO

Desenho de início de ano, logo no dia meio chuvoso de 2 de janeiro de 2016 .. como não vi mensagem cancelando o encontro de aquecimento Urban Sketchers devido às chuvas, acabei por ir ao Mosteiro São Bento no centro de São Paulo ..
Ora chuviscava, ora parava .. Encontrei um cantinho protegido da chuva (que é inimiga dos desenhos em papel e da aquarela) em frente ao Café Girondino e em ação, para não “perder a viagem”, desenhei e aquarelei esse pedaço do Mosteiro São Bento e ao lado, a rua Florêncio de Abreu às vistas dos transeuntes que às vezes paravam para ver mais de perto o retrato daquele local sob a minha visão ..


31.12.15

SERRA DO JAPI – CABREÚVA/SP


Esse desenho é para terminar o ano de 2015 .. De alguns dias de descanso nesta última semana do ano em Cabreúva, no coração da Serra do Japi .. e como não poderia deixar de ser, findando mais esse ano, desenhando e aquarelando ..