Mostrando postagens com marcador Chris Rabek. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Chris Rabek. Mostrar todas as postagens

10.5.14

São Paulo Antiga

Desenho realizado no encontro Urban Sketchers com patrocinio da São Paulo Antiga.

3.11.13

Sketchcrawl 41

 


 


Desculpem a demora pra postar os desenhos, mas aqui estao alguns deles feitos em companhia de uma galera muito bacana alem é claro do grande mestre Edu...em nosso ultimo encontro no sketchcrawl 41° .. Grande abraço a todos e ate um proximo. valeu

18.10.13

Nas Ruas


No caminho do trabalho tem muitas casas antigas, dia desses no retorno consegui dar uma paradinha pra desenhar uma delas.

31.7.13

Ruas da Vl.Prudente

Parece que a minha fixação por postes e coisas desleixadas, estão se tornando meio obsessivas, confesso que gosto dessa coisa bagunçada pra desenhar, apesar de ter feito poucos desenhos ultimamente, tenho feito alguns nas horas de folga do trabalho ou quando sobra um tempinho.

15.4.13

Vale do Anhangabau/SP


Nesse desenho não deu nem 20 minutos e a chuva começou a cair novamente, tivemos que correr pra nos escondermos a galera se ajeitou de novo e ai tudo começa, foi bom, novos amigos, risadas trocar ideias e conhecimentos, valeu a participação mais uma vez.

14.4.13

39º Sketchcrawl em São Paulo



Ontem tivemos mais um belo Sketchcrawl em São Paulo, mesmo com toda a chuva.
Foram cerca de 15 guerreiros que resolveram sair do quentinho de suas casas para enfrentar o úmido tempo, entre eles os queridos Juliana Russo e Chris Rabek, ambos correspondentes do UsK Brasil.
Foi uma das versões mais gostosas na minha opinião, com muita gente bacana e clima de confraternização.
Um salve especial à Cristina Silva, uma simpatia que resolveu vir do Rio de Janeiro à São Paulo especialmente para conhecer o evento (galera do Rio, alô, alô??? Cadê o Sketchcrawl no Rio?).
A Cristina deixou todos parecendo crianças quando resolveu mostrar sua bela coleção de canetas...

O chopp do Salve Jorge rolou solto (para mim e para o André, pelo menos rsrs)...

E por falar em chopp, um 'tim-tim' especial à Papelaria Universitária pela 5º participação seguida no sketchcrawl em São Paulo, sempre nos trazendo brindes como blocos de desenhos personalizados, canetas e camisetas.

O próximo Sketchcrawl acontecerá em 13 de julho, e já temos uma idéia para o local: o Museu Catavento, no Parque Dom Pedro.

Sketchcrawl proporciona sempre uma combinação prazerosa: cidade + desenho + pessoas.

Até o próximo!















12.2.13

Casa Velha


Vila Prudente

Esse desenho é do caderninho pra aqueles que ainda não sabem (bloco do carro) bom, na verdade resolvi testar uma nova caneta que comprei com ponta pincel é muito boa mas tem que ter uma certa delicadeza, senão sai muita tinta.. ai ja viu né como vai ficar o desenho, agora só falta me acostumar um pouco mais com ela, so isso. Abs a todos.

23.1.13

Galpão Vigor / SCSul


Esse é mais um dos desenhos do caderninho do carro, que costumo fazer quase sempre as tardes enquanto espero minha esposa chegar, as vezes saem coisas legais as vezes não, parece incrivel mas sempre que estou sozinho os desenhos ficam melhores...preciso me acostumar com os transeuntes. abçs

21.1.13

Sesc Pompeia /SP


Mais uma participação no Sketchcrawl /SP - mas este é o meu primeiro post como novo correspondente do mundo Urban, tinha uma galera bem animada la no sabado, dificil escolher ate o que desenhar sempre fico um pouco tenso com os rabiscos externos, quem sabe um dia acabo me acostumando. Valeu a todos que participaram, abçs.

Sketchcrawl 38° - Sesc Pompeia/SP


9.1.13

Conheça os Correspondentes: SÃO BERNARDO DO CAMPO - SP < Christian Rabek!


Bom, acho que falar da minha relação com o desenho também é falar da minha infância e me lembro tão bem desse período de quando morava com meus avós no interior no estado.
Lembro-me das visitas da minha mãe, que me trazia lápis de cores, giz de cera, aqueles cadernos pra colorir. Tudo isso me encantava muito, alias eu adorava ganhar esses presentes. Lembro que me sentava-se à mesa de jantar da minha avó e ficava algumas horas ali pintando e desenhando. Para fazer os desenhos em tamanho maior eu os copiava em  uma folha e tinha que fazer os quadrados numerados. Também me lembro que sentava na frente da TV pra assistir o Daniel Azulai desenhar e assim aprendia qual jeito ele fazia os desenhos.
Lembro-me de certa vez, acho que já devia ter uns 7 ou 8 anos, meu tio chegou uma tarde do trabalho e me disse que eu devia pintar tudo num mesmo ritmo para que as cores ficassem uniforme, foi uma ótima dica dele.
Na escola a melhor aula ou a melhor parte dela era de Educação Artística, não me faltavam lápis e canetas esferográficas pra colorir os desenhos que recebia da professora. Eu gostava de usar uma técnica que havia aprendido com minha mãe pra aplicar a cor preta sobre uma determinada área do desenho pra intensificar a cor, olhava os cadernos dela pra me inspirar e realmente aquilo dava um grande resultado.
Os anos me passavam fui crescendo e o gosto pelo desenho não se perdia, ao contrario crescia. Quando já estava maior, as aulas de arte da escola já me tomavam o gosto por completo, fazia trabalhos em vitral, tecidos, argila etc...minha avó me dava panos de prato pra eu pintar, fazia camisetas com estampas de surf, rock e o que quer que fosse para os amigos, aquilo não me rendia nada apenas me dava prazer em faze-lo.
Quando me tornei adolescente, voltei pra São Paulo pra morar com minha mãe e meus irmãos, e estudar e trabalhar pra custear meus estudos. Dizia pra minha mãe que queria fazer belas artes, ela dizia que eu era louco e morreria de fome fazendo isso aqui no Brasil, ela dizia “quer estudar arte vá pra Europa”. La sim você terá futuro.
Fui trabalhar no setor de Obras do banco Itaú e foi lá que tive contato com o desenho arquitetônico. Olhava o pessoal desenhando no papel vegetal, naquelas folhas gigantes e pensava é isso que eu quero fazer, quero desenhar prédios, casas etc...
Bom, mas tudo isso tomou outro rumo e fui pra faculdade, mas não fiz arquitetura, alguns trabalhos em publicidade e anos depois fui fazer design, comecei a trabalhar com projetos de mobiliário, depois com design de interiores.
Recentemente  conheci o grande professor Eduardo Bajzek, que num momento de transição da minha vida parece que me  despertou de um estado de sonambulismo “desenhistico”, não sei isso existe, mas enfim, foi o que aconteceu... Digo isso porque foi a partir desse momento que resolvi dar continuidade aquilo que estava adormecido dentro de mim e, ele me disse “ cara vai desenhar na rua, não há nada melhor do que fazer desenhos de observação”. Foi isso que fiz, fui pra rua observar e desenhar, participei de alguns encontros no Sketchcrawl, com uma galera fera no desenho urbano, ate pensei “putz grilo sou muito ruim pra desenho perto desses caras ai”, mas não dei chance ao desanimo e fui em frente.
Deixei um caderninho no carro que tenho sempre a mão pra rabiscar as coisas que estão no caminho do dia a dia, isso ajuda na observação. Resumindo, um pouquinho minha trajetória seria essa, tenho muito ainda pra aprender, mas pra mim hoje o mais importante é saber que tracei a meta até o ultimo dia da minha vida, que é continuar desenhando, amo desenhar, gosto de ter um lápis na minha mão, gosto de sentir o cheiro da tinta, da cera, do marcador – desenhar pra mim é minha forma de expressar.


 



Conheca o trabalho do Christian Rabek, clicando aqui.