Foi bem rápido, mas bem gratificante.
Visitei nesse fim de semana dos dias 22 e 23 de julho, a terra de origem da família da minha companheira, Eunádia Cavalcante.
A cidade está em clima de festa, afinal aproxima-se do dia de Nossa Senhora de Santana (26 de julho).
Não pegaremos o ápice da festa - a procissão - mas percorri atentamente os passos de minha companheira, a relembrar aspectos e locais da cidade que fazem parte de sua memória afetiva.
Em um desses percursos - do cemitério à Igreja Matriz - fiz alguns registros aos moldes de uma "visão serial", e pude identificar a importância simbólico/visual destes dois marcos da cidade.
Mostrando postagens com marcador José Clewton. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador José Clewton. Mostrar todas as postagens
24.7.17
29.9.16
entre palestras, mesas-redondas e comunicações: desenhos de BH
Nestes dias 26, 27 e 28 de setembro participei do 4º Colóquio Ibero-Americano "Paisagem Cultural, Patrimônio e Projeto", realizado no Campus Pampulha UFMG.
Cheguei a BH no sábado e fomos logo às comprar no Mercado Municipal. Não resistir em comprar uma "Ouropretana", maravilhosa cerveja artesanal das Minas Gerais. Logo após, fomosvisitar o "Museu Abílio Barreto" que fica no único edifício remanescente do antigo Curraql del Rey, núcleo urbano que foi demolido para a construção da noa capital do estado das Minas Gerais.
No local estava rolando um sambão, o que me motivou a abrir a "Ouropretana" e degustar acompanhado do famoso queijo canastra. Aproveitei para marcar o diálogo entre degustação e desenho, e resolvi inserir um dos adesivos da garrafa na página do desenho do "Museu"
No domingo, 25/09, fomos - eu, a professora Vieira e o professor Paulo Nobre - visitar o santuário do Caraça, um conjunto religioso que sofreu um incêndio em uma de suas alas (a do colégio) e foi alvo de intervenção restaurativa , que buscou deixar claro a marca da intervenção, sem negar a pré-existência.
Nestes desenhos, estou experimentando uma série em que os desenhos apresentam um grau de sobreposição entre eles. Algumas experimentações - na minha análise - estão apresentando um bom resultado, outras nem tanto. Mas considero importante a realização dessas experimentações, pois estas possibilitam aberturas para novos caminhos.
Na segunda, 26/09, entre palestras, mesas-redondas, e comunicações, consegui um tempinho para fazer registros do prédio do CAD 2, local ode ocorreu boa parte das atividades do evento.
Por fim, na terça, 27/09, conseguimos chegar no fianal da tarde na casa JK, visitamos a exposição e tive tempo para fazer um registro da casa e do seu simpático jardim, localizado no acesso ao edifício.
Uma agradável caminhada pela lagoa nos fez chegar à "pérola" do conjunto da Pampulha. A Igrejinha de São Francisco de Assis. Já era noite, e dela me veio a inspiração de registrar o marco religioso.
Depois deste passeio ... uma mesa de bar para saudar e comemorar esse pequeno - mas gratificante - período de tempo na capital das Gerais.
Cheguei a BH no sábado e fomos logo às comprar no Mercado Municipal. Não resistir em comprar uma "Ouropretana", maravilhosa cerveja artesanal das Minas Gerais. Logo após, fomosvisitar o "Museu Abílio Barreto" que fica no único edifício remanescente do antigo Curraql del Rey, núcleo urbano que foi demolido para a construção da noa capital do estado das Minas Gerais.
No local estava rolando um sambão, o que me motivou a abrir a "Ouropretana" e degustar acompanhado do famoso queijo canastra. Aproveitei para marcar o diálogo entre degustação e desenho, e resolvi inserir um dos adesivos da garrafa na página do desenho do "Museu"
No domingo, 25/09, fomos - eu, a professora Vieira e o professor Paulo Nobre - visitar o santuário do Caraça, um conjunto religioso que sofreu um incêndio em uma de suas alas (a do colégio) e foi alvo de intervenção restaurativa , que buscou deixar claro a marca da intervenção, sem negar a pré-existência.
Nestes desenhos, estou experimentando uma série em que os desenhos apresentam um grau de sobreposição entre eles. Algumas experimentações - na minha análise - estão apresentando um bom resultado, outras nem tanto. Mas considero importante a realização dessas experimentações, pois estas possibilitam aberturas para novos caminhos.
Na segunda, 26/09, entre palestras, mesas-redondas, e comunicações, consegui um tempinho para fazer registros do prédio do CAD 2, local ode ocorreu boa parte das atividades do evento.
Por fim, na terça, 27/09, conseguimos chegar no fianal da tarde na casa JK, visitamos a exposição e tive tempo para fazer um registro da casa e do seu simpático jardim, localizado no acesso ao edifício.
Uma agradável caminhada pela lagoa nos fez chegar à "pérola" do conjunto da Pampulha. A Igrejinha de São Francisco de Assis. Já era noite, e dela me veio a inspiração de registrar o marco religioso.
Depois deste passeio ... uma mesa de bar para saudar e comemorar esse pequeno - mas gratificante - período de tempo na capital das Gerais.
31.8.16
Atividade "Percursos Itinerários para Leitura da Cidade"
Nestes dias estamos recebendo no Departamento de Arquitetura da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, o Prof. Santiago Lucas
Pistone (Facultad de
Arquitectura, Planeamiento y Diseño da Universidad Nacional de Rosario,
República Argentina), que veio desenvolver atividades relacionadas ao intercâmbio proporcionado pelo programa MARCA,
Organizamos então uma atividade de extensão denominada PERCURSOS ITINERÁRIOS PARA A LEITURA DA CIDADE, que consistiu em uma atividade de apreensão e registro da de trechos paisagem urbana do bairro da Cidade Alta, e das imediações da Fortaleza dos Reis Magos, em Natal.
No caso da atividades no Forte, utilizamos como princípio o uso do desenho como linguagem de representação, o desenho in loco e a abordagem da “visão serial” (Gordon Cullen) como metodologia de registro. Foram definidos 11 pontos de parada para registros, buscando registrar os elementos componentes da paisagem em uma forma relacional (o Forte e o mar; o Forte e o seu acesso; o Forte e a cidade; o Forte e o seu pátio interno; o acesso à cobertura; os canhões e a cidade.
Posto aqui alguns registros dessas sequências. Em primeiro lugar algumas fotografias:
Segue agora uma sequência das 11 paradas, em uma miscelânea de desenhos do grupo:
Na atividade que ocorreu no Sítio Histórico de Natal, dividimos a atividade com o nosso 32º Encontro USK Natal. Com uma boa presença de desenhadores, fizemos registros externos e internos do edifício da Pinacoteca Potiguar (antigo Palácio dos Governadores) bem como de suas imediações.
17.7.16
Com um pequeno sketcher, em Natal/Rn
Aproveitando a vinda do meu sobrinho (Simãozinho) para passar uns dias das suas férias em Natal, programei alguns passeios com ele, já sabendo que o moleque iria querer desenhar (trouxe a tiracolo o meu livro e não se intimidou em (ar)riscar nele!).
O primeiro local visitado e registrado foi a Fortaleza dos Reis Magos. Durante o tempo que estivemos lá, as perguntas sobre o lugar foram frequentes (mente curiosa de menino funcionando!).
Fizemos o registro praticamente do mesmo ângulo.
Na tarde do mesmo dia, fomos à praia de Ponta Negra. Ele queria ver o Morro do Careca. No entanto, ficou mais propenso a registrar o modo em que as pessoas se apropriam da praia. Quanto a mim, mais uma vez registrei o que é considerado um dos maiores cartões-postais da cidade.
O dia seguinte foi destinado à visita aos parques. No Parque da Cidade rolou desenho. Eu fiz uma espécie de "visão serial" do edifício do Memorial de Natal. Confesso que não sou muito fã da solução formal desse edifício, mas é inegável que ele propicia ótimos exercícios de leitura e apreensão do objeto.
Quanto ao Simãozinho ....
E num é que o moleque encarou fazer o desenho do Memorial, mesmo dizendo que achava dificil? O interessante é que ele em um determinado momento passou a olhar para o meu desenho e me falou que era mais fácil desenhar a partir do que eu estava fazendo, porque "ficava mais fácil entender". Será o meu sobrinho um "Maneirista" (à maneira de...)?. rs
Por fim, tomamos o rumo das praias do litoral sul. Fomos à Barreta, Camurupim, Tabatinga.
Porém, nesse passeio o Simãozinho não quis saber muito de desenho. A praia estava mais atrativa!
Eu ... para não perder o costume, fiz um registro da praia de Camurupim,
Foram dias de boa companhia e fica a certeza que estive diante de um novo UrbanSketcher!
O primeiro local visitado e registrado foi a Fortaleza dos Reis Magos. Durante o tempo que estivemos lá, as perguntas sobre o lugar foram frequentes (mente curiosa de menino funcionando!).
Fizemos o registro praticamente do mesmo ângulo.
Na tarde do mesmo dia, fomos à praia de Ponta Negra. Ele queria ver o Morro do Careca. No entanto, ficou mais propenso a registrar o modo em que as pessoas se apropriam da praia. Quanto a mim, mais uma vez registrei o que é considerado um dos maiores cartões-postais da cidade.
O dia seguinte foi destinado à visita aos parques. No Parque da Cidade rolou desenho. Eu fiz uma espécie de "visão serial" do edifício do Memorial de Natal. Confesso que não sou muito fã da solução formal desse edifício, mas é inegável que ele propicia ótimos exercícios de leitura e apreensão do objeto.
Quanto ao Simãozinho ....
E num é que o moleque encarou fazer o desenho do Memorial, mesmo dizendo que achava dificil? O interessante é que ele em um determinado momento passou a olhar para o meu desenho e me falou que era mais fácil desenhar a partir do que eu estava fazendo, porque "ficava mais fácil entender". Será o meu sobrinho um "Maneirista" (à maneira de...)?. rs
Por fim, tomamos o rumo das praias do litoral sul. Fomos à Barreta, Camurupim, Tabatinga.
Porém, nesse passeio o Simãozinho não quis saber muito de desenho. A praia estava mais atrativa!
Eu ... para não perder o costume, fiz um registro da praia de Camurupim,
Foram dias de boa companhia e fica a certeza que estive diante de um novo UrbanSketcher!
Assinar:
Postagens (Atom)



































