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16.1.18

114* ENCONTRO URBAN SKETCHERS SP - CENTRO CULTURAL DE SÃO PAULO

Mais um desenho acabado por hora, pelo final do encontro ..
Depois de um passeio pelo Centro seguido de cafezinho, acabei por escolher esse ponto em frente à escada vermelha e que ostentava como fundo logo ali acima no canto direito, pedaço superior do logotipo daquele espaço, entremeado pelo jardim suspenso cuidadosamente cultivado .. combinação ímpar ..


15.11.17

EDIFÍCIO COPAN

Desenho do 112° Encontro Urban Sketchers São Paulo que aconteceu no sábado dia 11 de novembro de 2017 ..
Chegando um pouco mais tarde ao encontro e dando um giro pelas redondezas, conclui que naquele dia estava com espírito para desenhar aquele ponto do COPAN.. a entrada para uma galeria de lojas ..
Logo reparei nesse edifício emblemático, as curvas bem comuns às obras de Niemeyer, que concebeu seu projeto por ocasião do quarto centenário da cidade de São Paulo ..
Aí está, a aquarela como ficou ..

14.2.17

ENCONTRO 102 DO URBAN SKETCHERS SÃO PAULO - TEATRO MUNICIPAL

Do encontro ocorrido na manhã quente e ensolarada do dia 11 de fevereiro de 2017 .. Procuramos por uma sombra ali na Praça Ramos, de onde poderia se avistar a vegetação e a lateral do teatro .. o que consegui desenhar e pintar ..

13.11.16

96º ENCONTRO USK SP - ESTAÇÃO DA LUZ - SÃO PAULO

Encontro na manhã fria e chuvosa de domingo, que por conta da chuva, foi transferida para a Estação da Luz .. escolhi um canto dentro da estação de trem onde poderia se avistar a Paróquia São Cristóvão e o início da rua São Caetano (das noivas) ao alto, sobre as plataformas de embarque e os trens que ali paravam para se carregarem de passageiros ..
Perdi a hora para a foto do encontro e para o bolo do Ronaldo (q deveria estar uma delicia), mas aí está o desenho ..

9.9.16

#2 ENCONTRO URBAN SKETCHERS BRASIL 2017 SÃO PAULO

Divulgando o Evento #2 ENCONTRO URBAN SKETCHERS BRASIL 2017 SÃO PAULO

Mensagem da Comissão Organizadora do Evento:

"(...) é com grande satisfação que anuncio a contagem regressiva de 1 ano para o nosso 2º Encontro Urban Sketchers Brasil 2017 São Paulo. Primeiramente reservem a data de 07 a 10 de Setembro de 2017 para visitarem nossa cidade e se juntarem a outros artistas de todo Brasil (e quem sabe de outras partes do mundo) nessa maratona onde registraremos em desenhos de observação a cidade de São Paulo nas mais diversas técnicas artísticas".


"Para quem participou do primeiro encontro em Curitiba será uma oportunidade também de rever os amigos e para quem for participar pela primeira vez uma grande oportunidade de interagir com pessoas incríveis que compartilham da mesma atividade.
É importante que vocês curtam a página oficial do evento no Facebook pois este será o principal canal para divulgação das datas e formas de inscrições bem como programação oficial e outras dicas para facilitar a vinda de vocês à nossa cidade".
Aproveito para esclarecer a alteração da data anunciada em Curitiba devido a coincidência com a realização da Parada GLBT de São Paulo em Junho de 2017 o que dificultaria nosso acesso a alguns locais como avenida Paulista e Vale do Anhangabau além da oferta de vôos e hotéis ficarem mais disputadas, mais caras e lotadas nesse evento.
Enfim, curtam a página e divulguem aos amigos. Temos muitas coisas legais programadas para vocês. Nos vemos em SP ano que vem!

Abraços do Urban Sketchers São Paulo a todos!"

22.8.16

Conheça os Correspondentes: Odil Miranda Ribeiro, de Londrina/PR

Sou paulistano, nascido em 1961. Depois de morar em diferentes cidades, em 1994, me transferi para Curitiba e no início de 2015, mudei para cidade de Londrina. 

Revirando meu “baú” encontro um registro, em minha carteira de trabalho. Em uma página, amarelada pelo tempo, a data do registro é 1º de agosto de 1976. O nome da empresa contratante Multistudio Ltda., especialidade do estabelecimento Atelier de desenho, meu cargo “aprendiz”.

Foi assim, que há mais de 40 anos, eu comecei, oficialmente, a me relacionar com o desenho. Na sequência vieram outros registros com várias funções, em departamentos de arte criação de agências de propaganda. Naquele tempo não havia computadores, só papéis, lápis, tintas, pinceis e materiais afins. Uma delícia.

Quando os computadores entraram definitivamente nos estúdios os departamentos de “arte” perderam a cor, ficaram cinza. Abandonei tudo e fui trabalhar com outras coisas. Mas com o passar do tempo a necessidade de produzir e de me expressar com arte ficou insuportável, resolvi então a realizar um velho sonho de pintar quadros.

Acabei ingressando no curso de pintura da Faculdade de Belas Artes do Paraná, onde me graduei. A partir de 2008, último ano da faculdade, comecei a produzir uma série de quadros e participar de exposições e salões de artes. Com menos regularidade ainda continuo essa produção. A necessidade de reorganizar a vida me levou a fazer um mestrado em Comunicação e Linguagens, com pesquisa em Estudos de Cinema e Audiovisual, concluído em 2015, pela Universidade Tuiuti do Paraná.





Desde 2013, por convite de amigos, eu comecei a participar dos encontros do Croquis Urbanos Curitiba. No início meio sem jeito, só fazendo desenhos a grafite e bico de pena, depois, também por indicação de amigos, comecei a fazer aquarelas. Eu já tinha experimentado a técnica antes, mas não tinha me empolgado. Porém, a paixão cresceu com a prática nos encontros dominicais dos croquiseiros.




Quando mudei para Londrina, fiz uma aquarela do Lago Igapó, cartão postal da cidade. Postei a pintura na página do Croquis curitibano e na legenda descrevi a minha ambição de criar um Croquis Urbanos Londrina. Minutos depois recebi a mensagem do Patrick Rocha, londrinense, estudante de arquitetura e urbanismo, fanático e profundo conhecedor a cidade, se dispondo a participar da criação do grupo em Londrina.





Mais de 1 ano se passou e conseguimos fazer encontros do Croquis Urbanos Londrina, todos os domingos, initerruptamente. O grupo cresce e se consolida atraindo mais e mais participantes para a prática do desenho de observação.











20.7.16

80° Encontro USk SP: A Galeria do Rock



KEI:

Primeiramente, deixo aqui todos os créditos da ótima pesquisa sobre a história da Galeria do Rock para a Marília, e a mim ficou a tarefa mais que prazerosa de escrever sobre esta coisa de desenhar na rua e, mais especificamente, sobre o último sábado no 80° Encontro USK SP, em que realizei um sketch externo.

Bacana esta idéia da Marília em dividirmos este post, uma vez que diante de um local tão emblemático de São Paulo, acabamos por realizar desenhos um tanto distintos um do outro. Fazia um pouco de frio no sábado, e pela manhã as nuvens já estavam bastante cinzentas, acumulando líquidos e antecedendo a forte chuva que viria no início da tarde paulistana. Cheguei um pouco atrasado ao ponto de encontro junto da sketcher e companheira Priscila, e logo me ajeitei em frente da fachada da rua 24 de Maio. Escolhi este ponto e não o do lado oposto, no Largo do Paissandu, pois trabalhei no prédio em frente à galeria, e caminhava nesta rua todos os dias, existindo para mim, ali, naquele local, uma certa nostalgia de anos atrás.




A 24 de Maio é uma excelente representatividade visual / sonora do centro antigo de Sampa...exista lá uma "bagunça" típica, onde os vendedores ambulantes circulam, gritam, buscam clientes e fogem da fiscalização; onde os guardinhas que fiscalizam fingem que não vêem, e seguem com suas vidas; onde os comércios populares vendem bugigangas infinitas em infinitas cores; onde os trabalhadores sentam no balcão para almoçar um pf bem calórico e assistir ao noticiário da televisão; e no sábado especificamente, uma quantidade significativa de sketchers se juntou à diferentes tribos nesta galeria comercial tão pop, mas que é rock. Fiz meu desenho, e subimos para o terraço que foi aberto ao grupo em carácter exclusivo neste dia. Foi muito bom constatar durante a exposição dos desenhos e enquanto o Ronaldo Kurita fazia o discurso final do dia, que o grupo vem se solidificando e crescendo cada vez mais. Encontro prá lá de bom, e que venham os próximos!

MARILIA:

A Galeria do Rock não significava muito pra mim até este encontro. Como é bom a gente se enganar! Já fui surpreendida bela sua bela fachada ondulada cheirando a história da arquitetura. Passei então a explorar os andares, observando a iluminação natural, o piso diferente a cada andar e a disposição das inúmeras lojas, tentando ao mesmo tempo entrar no “clima” e entender aquele lugar com jeito bem underground. Uma experiência antropológica.

Tentei registrar, no meu primeiro desenho, feito no segundo andar, o impacto que o local me transmitiu: em papel preto (black book Hahnemühle 260gsm), caneta gel branca brilhante e lápis de várias cores.




Na Galeria do Rock fervem lojas de música, de tatuagens, de tênis, de roupas, de skates, pôsteres, vinis e muito mais, através das quais circulam pessoas de tribos diversas e são divulgados eventos culturais e artísticos. Visualmente, uma bagunça organizada, onde tudo acaba fazendo sentido. São mais de 400 estabelecimentos. Achei curioso o Rock & Burger, um bar com inúmeras cervejas diferentes e um letreiro enorme indicando pertencer ao espaço dos “roqueiros”.



Em resumo, um lugar surpreendente que adorei ter conhecido (viva os Urban Sketchers!) - enriqueceu meu repertório.

Sobre a galeria: o prédio foi projetado pelo arquiteto Alfredo Mathias e foi inaugurado em 1963 com o nome de Shopping Center Grandes Galerias. Passou por várias fases e por períodos de abandono, com frequentadores de índole duvidosa, até ter uma nova administração e um novo projeto visual realizado pelos estudantes da FAUUSP na década de 90. Hoje a Galeria do Rock é ponto turístico e cultural da cidade de São Paulo.


Para saber mais:


MINAMI, I.. Projeto para Estabelecimento Comercial de Entretenimento e Espaço Cultural: Galeria do Rock - espaço cultural e megastore (Larissa Silveira Cabral Vilhena). 2001. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Arquitetura e Urbanismo) - Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidad.

13.7.16

Conheça os Correspondentes: Kei Isogai, de São Paulo-SP

Quando me recordo da infância, tenho visões de dinossauros e planetas explodindo em folhas de papel. Personagens inventados ou copiados que na linguagem do desenho se manifestavam em cores intensas e rabiscos.

Meu nome é Kei, sou nascido e vivo em São Paulo, e muito provavelmente esta linguagem que me acompanha desde o princípio é que me levou a escolher uma formação superior em Arquitetura e Urbanismo. Estudava na região central de São Paulo, saía da faculdade para estagiar em algum local próximo, e nestas caminhadas o olhar se deparava com monumentos históricos, bares, cantos abandonados, lojas antigas, pessoas cantando, pessoas escutando, arquiteturas modernas, edificações contemporâneas, viadutos, carros, ônibus, metrô, ruas desertas, escuras, lotadas e vazias, lanches de pernil, cerveja. Enfim, São Paulo como mil folhas, infinitos estratos que se cruzam constantemente, e nestas andanças de idas e vindas fui me treinando como um observador desta cidade em que vivia mas raramente reparava. Foi nesta época que adquiri meus primeiros cadernos, sketchbooks, com foco no desenho de observação mesmo, e estes passaram a ser como companheiros dentro de minha mochila nos locais que decidia visitar.




Faz um ano mais ou menos, retomei o exercício de carregar o sketchbook na mochila a todo momento e desenhar o meio de convívio. Desenho desde as mesas na minha frente durante o almoço até uma paisagem urbana mais ampla e complexa. Vejo esta atividade como uma terapia, não como um relaxamento, mas um modo de concentração diferenciado que de certa maneira me retoma à infância. Hoje os desenhos possuem bem menos cores, mas os rabiscos continuam ali. Ao conhecer o Urban Sketchers, fiquei impressionado ao perceber a quantidade e qualidade de seus participantes, com tantas maneiras de observar e representar o mundo em que vivem. Este compartilhamento de tantas artes dentro da rede em conjunto dos constantes encontros que temos em São Paulo aos fins de semana estão me fazendo produzir mais, e com maior intensidade e alegria nestes últimos meses.





Desta maneira, fico verdadeiramente feliz e honrado com este convite para participar como correspondente deste blog. Espero que os posts sejam proveitosos e construtivos para quem os ler, uma vez que estou aprendendo muito com este grupo...grande abraço e vamos desenhar!


Kei











Conheça os Correspondentes: Irmgard Schanner, de São Paulo-SP

Irmgard Schanner, de São Paulo-SP


Sou mineira, natural de Sete Lagoas, mas meu destino de coração foi um dia o Rio de Janeiro. Senti quando tive que deixá-lo para hoje viver em São Paulo. Aprendi a amar essa cidade e descobri que o espaço urbano de arranha-céus pode vir a ser bonito a partir do registro gráfico quando encontrei o movimento Urban Sketchers. Comecei a conhecer melhor a cidade ao percorrer as ruas junto com outros amigos sketchers , que me ajudaram a re-educar o olhar.

O desenho sempre fez parte da minha vida , o que me conduziu um dia a escolher minha formação em Belas Artes (UFMG). Escolhi a habilitação Desenho por sentir mais afinidade, especialmente, por me sentir atraída ou mesmo obcecada pelo desenho de observação do natural. Claro que nesses anos todos a obsessão só aumentou e encontrei a ilustração botânica. Não me contentando com o rigor naturalista que o trabalho exigia, senti que precisava voar, fazendo linhas mais soltas e ao mesmo tempo com precisão, mas não sabia pra onde só sabia que queria continuar desenhando. Descobri pela internet o grupo Urban Sketchers em São Paulo em 2014, quando então me juntei a ele. Vi nesse espaço uma possibilidade de continuar observando a vida e, contando histórias com a ferramenta da minha vida que é o desenho.

 

Continuo desde então a desenvolver meu interesse pelo desenho de observação do lugar onde estou e dos lugares por onde passo quando viajo. A proposta do movimento Urban Sketchers me pareceu mais democrática e livre por abarcar várias técnicas de desenho, respeitando a autoria do desenhista, desde que o desenho seja feito in loco, seguindo a proposta do Manifesto Urban Sketchers.














1.3.16

CASA DAS ROSAS - SÄO PAULO - 68 ENCONTRO URBAN SKETCHERS SP

Desenho do encontro da manhä nebulosa de domingo, 28 de fevereiro de 2016 ..

Como teria de deixar o encontro mais cedo, cheguei no horário ..

Já havia estado na Casa das Rosas em outras ocasiöes, entäo escolhi uma vista que ainda näo havia desenhado: atrás da casa, onde funciona um café, sob o olhar de Oscar Niemeyer, sob vários tons, que reina no outro lado da Avenida Paulista ..




1.2.16

PÁTIO DO COLÉGIO – SÃO PAULO/SP



Do 1º oficial do ano e 66º Encontro Urban Sketchers de São Paulo, no dia 23 de janeiro de 2016 ..

O primeiro desenho, com lápis aquarelável azul cretacolor, de uma vista meio conhecida minha, enquanto esperava um capuccino e um salgado no Café do Páteo ..

O segundo em aquarela, do Pátio do Colégio, de vista que era nova para mim, mesmo após algumas visitas desenheiras a esse lugar ..



3.1.16

MOSTEIRO DE SÃO BENTO EM INÍCIO DE ANO – SÃO PAULO

Desenho de início de ano, logo no dia meio chuvoso de 2 de janeiro de 2016 .. como não vi mensagem cancelando o encontro de aquecimento Urban Sketchers devido às chuvas, acabei por ir ao Mosteiro São Bento no centro de São Paulo ..
Ora chuviscava, ora parava .. Encontrei um cantinho protegido da chuva (que é inimiga dos desenhos em papel e da aquarela) em frente ao Café Girondino e em ação, para não “perder a viagem”, desenhei e aquarelei esse pedaço do Mosteiro São Bento e ao lado, a rua Florêncio de Abreu às vistas dos transeuntes que às vezes paravam para ver mais de perto o retrato daquele local sob a minha visão ..


23.11.15

PARQUE DA ÁGUA BRANCA/SP NO ENCONTRO EXTRA

 Desenho do encontro extracurricular na manhã do feriado da Consciência Negra (dia 20 de novembro) no Parque da Água Branca. Escolhida a vista do parque que mais me apetecia, mãos a obra .. Na minha velocidade, levei mais alguns minutos após me despedir dos amigos sketchers para completar com cores da aquarela, o meu desenho .. a tempo de almoçar antes do horário da chá da tarde (rsrss) ..

27.10.15

FINAL DE SEMANA DE DESENHO

Final de semana de desenho .. No Parque Burle Marx no sábado dia 26 de outubro de 2015 em virtude do 63º Encontro Urban Sketchers São Paulo e Sketchcrawl .. Escolhi essa vista em frente ao gramado quadriculado, ladeado de exuberantes palmeiras imperiais. E no canto direito, os amigos sketchers retratando tamanha beleza na manhã nublada de sábado ..

Domingo foi o dia de ir ao Mirante 9 de julho recém inaugurado que agora comporta um café, junto aos amigos do Curso do Dalton .. Escolhi uma mesa de canto e uma vista que me agradasse e retratei a tranquilidade da avenida 9 de julho em manhã de domingo, raríssimo em outros dias ..
Parque Burle Marx ..
Pq Burle Marx
Mirante 9 de Julho

22.10.15

CASA DOS BANDEIRANTES – DESENHO NO MUSEU

Do encontro no último sábado dia 17 de outubro de 2015 na Casa dos Bandeirantes – Museu da Cidade, pelo Projeto “Desenho no Museu”, antes da chuva que não deu o ar da graça até o final do encontro ..