15.11.17

EDIFÍCIO COPAN

Desenho do 112° Encontro Urban Sketchers São Paulo que aconteceu no sábado dia 11 de novembro de 2017 ..
Chegando um pouco mais tarde ao encontro e dando um giro pelas redondezas, conclui que naquele dia estava com espírito para desenhar aquele ponto do COPAN.. a entrada para uma galeria de lojas ..
Logo reparei nesse edifício emblemático, as curvas bem comuns às obras de Niemeyer, que concebeu seu projeto por ocasião do quarto centenário da cidade de São Paulo ..
Aí está, a aquarela como ficou ..

7.11.17

Estação de Torres Vedras

Nas últimas semanas recuperei um hábito antigo - deambular pela minha cidade, sem destino e com o caderno debaixo do braço. Aqui fica o primeiro desenho (de muitos).
 

5.11.17

Vila Boa de Goiás, outubro de 2017.

Nada como conhecer um belo exemplar de cidade do Brasil-Colônia, através de um "roteiro" pensando por desenhadores urbanos!
Foi o que eu tive o prazer de fazer no final de outubro passado, juntamente com um grupo de desenhadores que propuseram o 2° Encontro Regional USK Goiás / Goiânia, na Vila Boa de Goiás.
Fiquei muito grato com a acolhida e a partilha de belos momentos e belos desenhos.





3.11.17

Portugal, outubro de 2017 (parte 1)

Dividi a postagem sobre os registros realizados na viagem a Portugal em Outubro de 2017, em duas partes.
Na primeira, apresento os registros feitos em meu caderno de viagem produzido pela Clipcadernos, com capa de couro preto e miolo em papel canson 300.
Os desenhos serão apresentados por percursos realizados.
Logo no primeiro dia, resolvi matar a saudade da área do Rossio, e na subida ao Carmo, parei para degustar  umas cervejas (abri uma exceção, pois estou evitando cevada) e fazer um registro do Castelo de São Jorge.

No dia seguinte, peguei o comboio com destino a Aveiro. Nesta cidade, não tem como resistir ao desfrute de um jantar n'O Batel, um aconchegante bistrô - que por sinal é de minha prima Ivânia.


No dia seguinte, fiz uma palestra na Faculdade de Arquitetura de Coimbra, a convite do amigo professor Gonçalo Moniz. Trocamos algumas ideias sobre "o desenho na formação do arquiteto". Aproveitei para desenhar o pátio interno do edifício que abriga a Faculdade de Arquitetura.


De volta à Lisboa, retornei a alguns lugares que me aprazem na cidade. Um deles é o "Cruzes Credo", um charmoso barzinho localizado nas proximidades da Sé. Lá experimentei mais uma vez a deliciosa sangria (vinho tinto). Recomendo!


Nos dias 13, 14 e 15 de outubro estive em Torres Vedras, para participar do "3º Encontro Internacional de Desenhadores de Rua". Participei até agora de todos! Dessa vez, não fiz todas as oficinas, mas aproveitei para circular com calma pela cidade e fazer registros mais elaborados.





No retorno à Lisboa, fiz um percurso pela Mouraria e Alfama, gerando registros de espaços singulares, ora em escala aproximada, ora em escalas panorâmicas.





Posteriormente, postarei a parte 2 dos registros, que se refere a uma série de desenhoso que fiz em papel "noir", com caneta em tinta branca.

2.11.17

Traços dourados em João Pessoa e Olinda

Na edição 2017.2 da viagem da turma do terceiro período do Curso de Arquitetura da UFRN, fomos à João Pessoa e Olinda e dessa vez decidi exercitar somente o traço, porém, de um modo particular. Decidi fazer os registros em um caderno "Noir" - aquisição feita na viagem a Portugal (inclusive, ainda estou devendo essa postagem) - com uma caneta de traço dourado, para referenciar o barroco nessas cidades coloniais.

Gostei muito do resultado, apesar da simplicidade dos traços.







28.10.17

VIAGEM A SÃO PAULO

Quem mora na Baixada Santista (preferiria o termo Baixada PAULISTA) encara uma viagem de aproximadamente 70 km e que dura um pouco mais de uma hora e este movimento é tão frequente que igual a Ponte aérea São Paulo - Rio de Janeiro, existe a Ponte Rodoviária São Paulo - Santos, com várias empresas e horários contínuos de saída e chegada ao terminal do Jabaquara, ponto inicial da primeira linha do metrô Paulista. Então, quando um morador da baixada diz que vai à São Paulo é como mergulhar em um lugar de fantasia e de horrores, dependendo do ponto de vista, do horário da viagem e para qual lugar da grande devoradora de gente, ele está indo.
São Paulo é maravilhosa. São Paulo não perdoa. São Paulo é foda.


Minha última viagem à São Paulo ocorreu no dia 23 de outubro, uma segunda feira, para uma reunião da CHAPA 8 - NOVOS RUMOS, na qual participo para a tentativa de transformar; um pouco; a gestão do CONSELHO DE ARQUITETURA E URBANISMO DO BRASIL. Nós arquitetos, temos eleição no próximo dia 31 de outubro, para renovarmos os conselhos estaduais e o federal. Fui preparado para encarar a viagem. 
Participo de um Clube do Livro, a convite do meu amigo e Sandy (Claúdio Bispo) Jr., e o livro do mês é QUARTO DE DESPEJO, de Carolina de Jesus (não é minha parente, o que é uma pena) escrito entre 1955 a 1960, em que diariamente ele descreve a rotina de sua vida e da favela do Canindé, a beira do Rio Tietê. Duro, triste e comovente e dois cadernos de desenhos.


Assim que entrei no ônibus, saquei o livro da bolsa, com a intenção de terminá-lo até chegar no Jabaquara. Ledo engano. O rapaz da cadeira ao lado dormiu e foi impossível não registrá-lo.

No Metrô, horário de rush, fiquei de pê, perfilado com um gigante ruivo, que me lembrou aquele personagem viking, de filme antigo da sessão da tarde. (papel fino é assim, revela o desenho do verso)

Na reunião, na Avenida Angélica, fui um dos primeiros a chegar e enquanto o pessoal ia chegando, se apresentando e discutindo sobre os rumos da campanha eleitoral, as questões jurídicas (a CHAPA 8  está impugnado por uma artimanha da situação) e como serão os últimos dias até a eleições, fui registrando aqueles que iam me chamando a atenção.



E como não ter a atenção voltada para os bigodes à Dali, do arquiteto Gerson Gomes

A ruiva (não anotei o nome dela) merecia um desenho melhor.


 O arquiteto e um dos coordenadores da Chapa 8, José Alfredo Queiroz dos Santos

O pessoal ouvindo as explicações e orientações do Carlos Alberto Pupo. Na volta para Cubatão, peguei uma carona com o Nelson de Lima Junior. Foi uma viagem muito produtiva e desta vez, não precisei lutar e não deixei nenhum pedaço de mim, em um dos muitos becos escuros de São Paulo.