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14.7.14

7ºUSKGoiânia e 44º SketchCrawl

Entre experientes, inspirados e aprendizes, tivemos uma manhã muitíssimo prazerosa compartilhando técnicas e encontros- o 44º SketchCrawl coincidiu com nosso 7º encontro USKGoiânia e com isso tivemos uma participação record com 19 integrantes.

 Foto do grupo e seus resultados


Marcelo Limongi


 Maria Ester



 MarceloPeralta
 








































William Miranda



 Maria Ester




 MarceloPeralta

 Eliana Tiné





Sergio Junyor




O Parque




 Aline Lucas 



 Maria Ester
 Fernando Simon 




 Fernando Simon


  Fernando Simon 



 Fernando Simon


 Fernando Simon 

Simone Freire

13.7.14

44º SketchCrawl

Minha participação no 44º SketchCrawl.
Detalhe da Escola Modelo Benedito Leite, uma escola estadual , inaugurada em 1948,localizada na praça Antônio Lobo  ao lado da Igreja Santo Antônio no centro de São Luís/Ma. Tem 105 anos de existência .
Nanquim com aquarela.
12/07/2014

8.7.14

Do Edifício de Eduardo ao "Edifício" de Eisner

Domingo, dia 29 de Junho de 2014. Manhã invernal fria, ventosa, chuvosa, tipicamente curitibana. Fomos desenhar em frente ao edifício Eduardo VII, próximo à Praça Tiradentes. Para saber mais sobre o prédio propriamente dito visite esta matéria da Gazeta do Povo.

Os croquiseiros timidamente foram surgindo, abrigando-se sob as mais frondosas árvores e pontos de ônibus para desenhar. Tanto outros croquizeiros também começaram. Sueli Bmp, Raro de Oliveira, Rubens Gennaro, Simon Taylor, Fernando Popp, Reinoldo Klein, Lia Rossi, Wagner Polak, André Coelho, Thiago Salcedo, Paco Steinberg, Emiliano França... entre outros.


Foto de Lia Rossi

Simon Taylor apareceu com a clássica graphic novel “O Edifício” de Will Eisner e pudemos comparar in loco a semelhança como nosso tema. Incrível. Depois apareceu o escritor Eduardo Capistrano (que prometeu fazer uma crônica sobre o encontro), revelou que seu nome foi dado porque sua mãe trabalhou durante muito tempo no edifício ao lado (no Banco do Brasil) e lia todos os dias o nome “Eduardo” na fachada em frente.

 Foto de Susan Blum.


Na noite anterior Marconi já havia montado um cavalete com um grande formato na posição vertical capaz de conter o longilineo prédio Eisneriano. A composição partiu do desejo de enfatizar a verticalidade, pois ele já havia estudado o prédio e sabia de cor o número de andares e a importância de registrar com certa coerência a imposição dos dramáticos pontos de fuga.

E os personagens típicos do centro foram brotando em volta da cabeça do Fabiano. Senhores elegantes armados com cachimbos fumacentos, incomensuráveis guarda-chuvas, paletós quadriculados, celulares fotografáveis. Indo em direção à Boca Maldita. Mãe e filha abrigando-se nas marquises (algumas vindo da missa na Catedral, outras da feirinha do Largo da Ordem), putinhas da Cruz Machado (com indefectíveis shorts ainda mais miniaturizados), vira-latas úmidos aventureiros de grandes avenidas... Alguém contou uma história de fantasma sobre o prédio. O clima estava propício para isto. Folhas secas voavam contra nossas faces.


Foto de Washington Takeuchi.



Sempre que fazemos desenhos em grupo, nos sentimos parte de uma banda de rock em plena "jam session". "Eu que nunca tive uma banda. A sensação é muito boa. Fazer parte de algo e se aproximar dos comparsas croquiseiros." - disse Fabiano.

Na construção deste tipo de desenho é preciso exercitar algumas qualidades criativas pouco usuais ao desenho solitário, pois exige que os colegas consultem uns aos outros, troquem sugestões, improvisem e "criem" em cima da criação dos colegas, porém buscando valorizá-las (uma verdadeira arte).

Dividir o traço e as impressões da mesma cena observada. Isso é revigorante e energizante pacas! Matamos a pau no nosso show.

Foto de Washington Takeuchi.

Foto de Francisco Camargo.

A formação da banda deste domingo foi: José Marconi Bezerra de Souza (composição, direção, técnica, texturas, aplicação das folhas), Fabiano Vianna (personagens, animais, crônica), João Paulo de Carvalho (paleta e aplicação de cores), Cassio Shimizu (texturas adicionais) e Doralice Araújo (detalhe de brilho no guarda chuva esquerdo e escritos nas placas).


Técnica mista: nanquim colorido, aquarela, caneta posca, marcadores, folhas de árvores, colagem e muita alegria sobre papel tipo Canson "c a grain".


* *

Mais uma surpresa: Ivan Anzuategui espichou seu papel craft tamanho "quase" 1:1 sobre o piso da Praça. Fixou-o com latas de laquê para não voar com o vento que estava forte. E mandou ver em seu traço selvagem e visceral.

Foto de Washington Takeuchi

No final fizemos nossa tradicional exposição dos desenhos no canteiro da Tiradentes. Marco Zero curitibano. Sob os olhares das estátuas e dos turistas da Copa, que aproveitavam seus últimos dias na cidade, cruzando o centro em direção à feirinha do Largo da Ordem.

 Foto de Lia Rossi

Finalmente, fizemos o sorteio de uma cópia da Graphic Novel de Will Eisner "O Edifício", a qual foi doada pelo generoso Wagner Polak. O ganhador foi nosso querido arquiteto Emiliano França, o destino desta vez fez justiça.

  Foto de Lia Rossi


(Texto de Fabiano Vianna e José Marconi, 01/07/14)

6.7.14

+ cafés e bares

Ultimamente, tenho me dedicado a desenhar detalhes de cafés e bares por onde passo, e alguns que frequento tradicionalmente.
De férias, entre Natal e Fortaleza, ampliei esse acervo, e estou cada vez mais me utilizando das possibiidades das cores de canetas hidrográficas nesse suporte, onde o traço flui, incondicionalmente.







1.7.14

Cidade Líder

Cidade Líder, extremo leste de São Paulo. É andar. E andar... Ruas, postes e poeira. Calçadas estreitas, árvores raras aqui e ali que teimam meio curvadas. Uma região inteira ocupada sem planejamento. Ao longo dos anos foi implementada uma infraestrutura básica, mas não para todos. De sujeira as ruas estão cheias. De noite a iluminação é precária. Segundo estatísticas o risco de violência da Cidade Líder é de 28%, o quinto maior da cidade. Digo isso, pra início de conversa, para não dizerem que sou romântico e estou sendo condescendente com a minha quebrada, mas também tenho boas palavras pra essas beiradas escondidas.
Rua Quinta da Magnólia / Rua Valença do Minho - Jardim Brasília (27/01/2014)

Por aqui, giro com meu diário gráfico e canetas, recortando o cotidiano, desenhando paredes descascadas, pintadas de limo, casas mal acabadas, estacionamentos vazios, motéis baratos, postes, comércios de toda sorte, bares, cafeteiras e o que mais pintar...

Balcão da padaria Anjo da guarda - Cidade Líder (05/02/2014)

Escolher o que vai ser registrado não passa por um processo científico, a escolha se dá mais por um embrulho interno, mistura de senso estético, perspectiva, ângulos, linhas, intuição, batidas de coração, memória, muita memória... Isso se for tentar explicar o inexplicável, o que resulta em algo piegas e isso é irrelevante aqui. Não é como picar cartão, isso é tudo. Digamos que você ronda até bater com algum motivo que lhe interesse, algo que te toque no fundo. Veja bem, tem outra, por vezes sem conta, você gira, dá um puta rolê e nada lhe atraí, quando é assim não adianta empurrar com a barriga. Paciência, ué, fica para outro dia.

O material continua na mochila e você toca pra padaria pra tomar um café, comer um pão, antes de voltar ao trabalho. Noutras vezes você escolhe o local, arma o banquinho, saca as canetas, olha para a paisagem e começa a desenhar febrilmente, tudo vai fluindo, mas, espere... Por algum motivo, depois de alguns minutos, às vezes muito tempo, você percebe que o desenho não está dando certo. Como assim? Simples, não rolou, foi engano, você acha tudo uma bosta e decide abandoná-lo... Missão dada é missão cumprida? No caso de um trabalho como esse, acho que não é assim. Desenhar não se encaixa no processo de produtividade capitalista, está em outra esfera. Isso não quer dizer que foi um trabalho inútil, muito pelo contrário. Aquele desenho é como um poema que você guarda na gaveta para rever meses depois e talvez, ao revê-lo, descubra que ele não é tão mal assim. Nesse caso, paciência e disponibilidade, palavras chave. Quando se tem disponibilidade se desenha mais e melhor. Portanto, se for adentrar nesse terreno de desenhista urbano, cultivar um diário gráfico, registrar seu cotidiano ou seja lá como queira chamar essa atividade, precisa dedicar um tempo diário para tal tarefa. Meia, uma, duas horas, quatro, não importa. O que importa e se comprometer com aquela meia hora do dia, que seja, para desenvolver uma rotina de trabalho.

Rua Bilimbi / Rua Manuel Pinheiro de Albuquerque- Jardim Brasília (29/01/2014)

Avenida Waldemar Tietz - Cohab I (01/02/2014)

Gamelinha (07/05/2014)

Rua Pedro Luís de Sousa (16/06/2014)

Rua Valença do Minho - Jardim Brasília(16/06/2014)

Gamelinha (23/06/2014)

Artur Alvim (24/06/2014)

A ideia de carregar um caderno para onde quer que se vá, de desenhar nele e anotar ideias que surjam em plena área pública é muito bonita, me agrada bastante e fico contente em saber que tantas pessoas hoje em dia compartilham dessa minha paixão, aliás, um número cada vez maior, diga-se de passagem. O que essas pessoas estão fazendo? Registrando suas vidas? Tentando ver além da camada grosseira da nossa percepção comum? Registrando seu tempo? Anotando lembranças? Treinando o seu desenho? Criando arquivos de paisagens na mente? Transformando o olhar para as futuras gerações?  Certamente tudo isso e muito mais.

28.6.14

INSTITUTO BUTANTAN – SÃO PAULO/SP

Em meio à correria, e a dias meio difíceis para mim, consegui uma pequena pausa para comparecer ao Encontro dos Urban Sketchers no domingo passado, dia 22 de junho de 2014 .. Como era do ladinho de casa, e passo diariamente ao me dirigir ao trabalho, não me “permiti”, desta vez, faltar a esse encontro ..
A surpresa que tive, foi um parque bem cuidado e bom para uns instantinhos de descanso e contato com a natureza, sem deixar, é, claro, essa mania desenhar ..

Eis aqui o meu trabalho do dia ..

27.6.14

6ºUSKGoiânia

Nosso 6º encontro foi realizado no dia 22 de junho e o local escolhido foi o Bosque Beija Flor em Goiânia, Goiás.
O bosque está situado no setor Jaó e tem sido um local muito utilizado pela população local como ponto de encontro, local para caminhadas, piquenique e atividades de lazer e contemplação.





Herculano Ramos
Árvores e vegetação ao redor do lago

Vinicius Yano, Paulo de Tharso, Marcela Silvério, André Torres, Fernando Simon e Emilia Simon- foto de Suzy Simon











Marcela e André


Paulo de Tharso

Fernando Simon- o registro e a realidade

Fernando Simon

Foto de Suzy Simon

Registros de André Torres

Lago do Bosque Beija Flor


Pergolado- Marcela Silvério

Herculano Ramos e Debora Paula

Vinicius Yano e Emilia Simon










Fernando Simon