28.8.15

Diário de viagem #5 - Rio de Janeiro/Niterói

Como todo brasileiro, desde pequeno ouço a famosa frase "Rio de Janeiro, cidade maravilhosa".
Na primeiríssima vez que estive na capital fluminense percebi de cara que se tratava de uma mentira deslavada. O Rio é uma cidade muito mais do que maravilhosa. Mas entendi que só estando lá pra sacar isso. E olha que não estou falando que tudo é uma maravilha, não. É uma cidade caótica, suja, desorganizada, tem um serviço péssimo... mas tem um jeito, uma beleza, um astral e um povo tão bacana, que todos esses aspectos negativos que citei aí ficam pra trás.

Bom, por sorte, minha irmã se casou com um carioca e, desde então, tenho visitado a cidade mais regularmente. Na última vez que estive lá já estava mordido pelo bichinho do Urban Sketcher! Então, apresento aqui alguns desenhos que fiz no apagar de luzes de 2014. Estive em Copacabana e fiz questão de visitar Niterói para conhecer a obra irmã-mais-velha do nosso MON aqui em Curitiba, o MAC, ambos daquele cara pouco talentoso, o Oscar... kkkkkk

Ah, sim: me acompanhou um bloquinho de papel A5 que trouxe de Londres, caneta nanquim 0.4 e duas ou três paletas de aquarela. Pra que mais? kkkkkk

Desenhando na praia de Copacabana, sob um calorzinho ameno de 50 graus!

Indo para Niterói de barca, consegui pegar a Ilha Fiscal e a ponte
Como pai-babão, não posso deixar de apresentar o desenho que a Alice, minha pequena de 8 anos, fez ao meu lado na barca Rio-Niterói, in loco!
Como a maioria das obras do Niemeyer, de tirar o fôlego!

Não resisti e fiz mais um desenho, pegando um pouco da vista do Rio
Pra terminar bem o dia em Niterói, uma paradinha na "aprazível" praia de Itacoatiara
Único sketch que foge um pouco do estilo dos outros, uma rápida aquarela pegando um papo de mulheres: minha irmã, Rebeca, minha baby, Kelly, e minha pequena, Alice

Pra terminar a temporada carioca, saí sem rumo por Copacabana atrás de uma paisagem mais urbana. Ei-la!

23.8.15

Para que serve um diário gráfico? Parte 2


Segunda parte de minha tentativa de responder a provocação do do Eduardo Salavisa (especialista e autor de vários livros sobre o tema) sobre as  funções de um diário gráfico.
O texto a seguir é uma tentativa pública e informal de explicar algo que ainda estou tentando entender e teria, portanto, apenas uma função exploratória quase especulativa.  As tradicionais categorias da função da linguagem como a poética, documental, expressiva já foram discutidas na Parte1, agora ilustramos as que restam: metalinguística e apelativa.

Serve para comentar visualmente os desenhos em si

Uma composição formada por elementos gráficos que explicam-comentam-expandem-complementam-dialogam a obra em em si constitui um desenho "metalínguistico", pois a "metalinguagem" pode ser definida como o uso da linguagem para descrever aspectos da própria linguagem que está sendo utilizada. A linguagem metalinguística faz enunciados sobre a própria linguagem, ou seja, qualquer livro que ensina a desenhar usando desenhos para explicar como fazê-lo é um livro metalíngustico.

No caso do diário gráfico esta abordagem serve para responder as seguintes possíveis perguntas:
  • Que recurso gráfico eu uso para "chamar" a atenção desta parte do desenho?
  • Qual detalhe do desenho eu desejo ampliar de modo a "explica-lo" melhor?
  • Vou encaixar um texto "dentro" deste desenho para explicar algum detalhe?
  • Será que se eu usar uma foto ela "dialogará" com o desenho?




Página onde o desenho representa o próprio desenhista desenhando. 
O desenho registra o próprio ato de desenhar, ou seja, é metalínguistico por natureza. Aeroporto Viracopos em Campinas, Brasil, 2015.



Detalhe de um desenho da Lia Rossi, onde a técnica usada, por ser mais mais detalhada e realista, reproduz a textura e relevos da Casa dos Bicos, a qual havia sido apenas sugerida no desenho maior desenvolvido pelo autor. 
Um desenho "complementa" o que outro apenas "sugere". Casa dos Bicos, Lisboa, Portugal, 2015.




O texto e o desenho principal fazem menção ao que a protagonista esta fazendo: planejando o passeio do dia seguinte. 
Entretanto a colagem do chá "chama" atenção para o ato da protagonista estar bebendo chá, ou seja, um desenho "promove" uma observação específica sobre o tema do desenho maior. Praga, República Tcheca, 2013.


 

Ná pagina esquerda é feito um detalhamento da serralheria  que parece ilegível à direita. 
O desenho representa os lendários Corvos protetores do São Vicente.   
No canto superior direito, um mapa "revela" a localização do tema desenhado.  Em resumo, um desenho amplia um detalhe do outro e o mapa mostra a relação do nosso desenho com o desenho urbano de Lisboa. Portugal, 2013.




Qualquer capa de livro é inevitavelmente um exercício metalínguisto, pois ocorre uma auto-referenciação, ou seja, os desenhos da capa do diário gráfico "resumem" o que será mostrado nas páginas internas. Portugal 2015.



As cores da folha verdadeira define o tom outonal ao desenho.  As cores utilizadas para representar a construção estão em harmonia com as da folha.  Uma imagem "dialoga" com a outra e faz-nos perguntar: as folhas secas sairam das árvores desenhadas? Budapeste, Hungria, 2013.




Como parte de uma oficina ministrada pelo autor, cópias de desenhos de vários croquiseiros foram distribuidas  entre eles, o objetivo era criar uma nova composição onde de alguma forma os desenhos "conversassem" entre si, mesmo que para isto fossem criadas perspectivas irreais ou proporções incoerentes.  Torres Vedras, Portuga, 2015.



Uma viagem aérea é sempre um sonho (ou um pesadelo), aqui embalado pelas aventuras de Cinderela em busca de seu Príncipe. A colagem da revista de borda "revela"  o que Lia Rossi assiste durante sua viajem de volta a Curitiba. 
Voo TAP 71, Lisboa-Galeão, 15 de junho de 2015.





Serve para sugerir, instruir ou influenciar o leitor

Um desenho que tenta convencer o leitor a fazer algo, persuadi-lo a pensar diferente, ensina algo ou contribui para formação de opinião sobre um determinado tema, é uma desenho com função "apelativa". O objetivo é influenciar o leitor do diário, convencê-lo de algo ou dar instruções em tom imperativo.

Frequentemente o diário gráfico registra as boas decisões tomadas durante a viagem e o desenho se transforma numa celebração gráfica da decisão. Criam-se desenhos mostrando um museu e coloca-se o comentário na forma imperativa: "vale a pena retornar aqui!".  Por outro lado, decepções também são registradas e se transformam em tentativas de deixar "advertências" para o leitor.  Frequentemente usamos o diário como um arquivo de impressões sobre um lugar, o qual consultaremos para saber, por exemplo,o nome daquele hotel "maravilhoso" ou daquele restaurante ruim.  Nestas páginas temos o uso de superlativos gráficos.

Algumas das perguntas possíveis:
  • Como eu faço para chegar a um determinado lugar?
  • Como eu registro que este lugar, comida ou contexto é muito bom ou ruim?
  • Quais os horários de funcionamento de um determinado serviço?
  • Como convencer o leitor a fazer ou desistir de algo que julgamos importante? 


 

Registro da decepção que foi planejar a visita ao Museu e aprender que naquele determinado dia ele estaria fechado. Mensagem do diário gráfico: lembre-se de na próxima viagem verificar quais dias os Museus ficam abertos, inclusive até mais tarde ou com desconto! Viena, Austria, 2013.






Alguns dos destinos exigem a troca de mais de um meio de transporte e vários pontos de monitoramento e de tomanda de decisão para mudança de rota.   As instruções registradas no diário são imprescindíveis para mostrar o caminho certo.  Acima, rota de onibus para Feira da Ladra, Budapeste, Hungria, 2013.







Aviso: evite a comida vendida no trem; além de caríssima é horrível no sabor. De Viena para Praga, 2013.





O mais típico uso da função apelativa: fazer publicidade de uma ideia.  Esta página foi usada para divulgar nosso desejo de trazer o Simpósio Internacional do Urban Sketchers para Paraty, conseguimos!
Curitiba, PR, 2013.


Conclusão

Concluo esta contribuição dizendo que as possibilidades de expressão poética, documental, expressiva,  metalinguística e apelativa são apenas uma das maneiras possíveis de explorar conceitualmente as funções de um diário gráfico.  Outra coisa que não podemos perder de vista é que uma composição gráfica pode simultaneamente dar várias respostas a várias perguntas, portanto, cabe ao leitor escolher o que ele deseja resgatar de um diário gráfico.

Para que serve um diário gráfico?
Para navegar graficamente a vida, pois, como dizia o poeta, isto é preciso.


Epílogo

Abaixo, video resumo de nosso diário gráfico da viagem a Portugal.  Nesta oportunidade participamos do Encontro Internacional de Desenho de Rua em Torres Vedras.  O video é dedicado aos companheiros de viagem e aos que lá encontramos.  Também é dedicado aos demais colegas do grupo Croquis Urbanos Curitiba que ficaram cuidando do nosso grupo. Música de Ana Moura "Águas Passadas".
A ilustração que aparece num papel colado no minuto 2.01 é de autoria de Daniel Silvestre.










20.8.15

Mobiliário - Estudo de pintura digital

Clique na imagem do desenho para ver o vídeo de sua confecção
Recentemente troquei meu iPad de quarta geração por um iPad Air 2. Quem acompanha os meus desenhos sabe que já faz algum tempo que produzo meus desenhos de observação, além dos croquis e ilustrações de meus projetos, através dos recursos disponíveis no tablet da Apple. As vantagens de desenhar no tablet são grandes, mas tento manter o processo similar ao do desenho analógico e, é claro, mantendo as regras do desenho in loco. Apesar da infinidade de recursos disponíveis uma grande desvantagem é a falta de segurança para desenhar em qualquer lugar. Sempre tenho que escolher lugares protegidos ou desenhar em ambientes internos. 

O desenho mostrado nessa postagem foi um desses casos. Estava confortavelmente sentado na sala do apartamento de praia da minha sogra. Fiz o desenho usando os equipamentos e o aplicativos supracitados que, como já comentado em outras postagens, gera um filme time lapse durante a sua confecção. Acho isso muito legal pois possibilita mostrar o processo e a técnica usadas. Para ver o filme CLIQUE AQUI. Se quiser saber mais detalhes sobre o uso desses recursos CLIQUE AQUI. Espero que gostem!

14.8.15

Introdutório com marcadores em SP


Olá a todos.
Esta é minha primeira contribuição ao blog, e gostaria que fosse algo simples e sem muita pretensão, más que sirva de dica para quem está começando a se aventurar nos desenhos urbanos.

Dentre as técnicas que mais gosto para o desenho urbano sem dúvidas os marcadores são adequados para a maior parte das situações.
Eles me permitem gerar as massas, sombras e texturas de uma forma rápida. E pode se fazer grandes coisas com um kit simples.

Estes dois desenhos a seguir foram criados a partir somente de um conjunto de:
2 canetas nanquim  pontas finas
2 marcadores cinzas.
Cinemateca de São Paulo -Vila Mariana (antigo matadouro)
Este primeiro tem um valor especial. Trata-se não somente de um lugar importante na história de São Paulo e de um bairro importante, mas de onde fiz meu primeiro desenho na rua. Por isso achei importante voltar e refazer o desenho para este post.

Av. Indianópolis x R.dos Araes
Este segundo tem a ver não com o local em si. Esta cena poderia ter sido feita em qualquer outro lugar, o importante no meu ponto de vista é parar e observar não somente marcos arquitetônicos, ou elementos extremamente marcantes e chamativos no local. E sim a simplicidade de elementos comuns e cotidianos em um local como um bairro residencial silencioso, e por esse motivo abstraí os demais elementos como carros e casas. No momento as sombras e o silêncio me chamaram mais a atenção.

Espero que tenham gostado
Muito obrigado por lerem.
Um abraço a todos.

13.8.15

Largo do Carmo Mogi das Cruzes


Uma esquina qualquer de Mogi das Cruzes, no centro histórico, um prédio bem descaracterizado de 1922, já foi uma lanchonete chamada Mickey&Donalds, acreditam? Também uma loja de tintas e de colchões, agora uma loja de manutenção de computadores. Mogi é assim está perdendo todo seu patrimônio, talvez um dano irreversível. Mas tá aí meu sketch de hoje, feito com marcadores em sketchbook.

Valeu a todos.
Adriano Mello

Diário de viagem #4 - Liverpool

Não gosto de futebol. Então, quando me perguntam qual time eu torço, disparo na hora: "sou Beatlemaníaco de carteirinha!". É o mais próximo da paixão que as pessoas sentem pelo futebol que eu posso expressar. Só que tem um detalhe: meu fanatismo pelos Beatles é muito maior que a do mais roxo dos corinthianos. Ou flamenguistas, sei lá... kkkkkk

Bom, mas o que importa é que em 2014 consegui realizar o sonho de uma vida toda: ir a Meca! Quer dizer: Liverpool, terra natal dos meu heróis.

Cumpri todo o ritual sagrado do Beatlemaníaco: fui a casa de todos os 4, Penny Laine, Strawbery Fields, Cavern Club, passeio completo de Magical Mystery Tour, e por aí vai.

Mas, apesar da paixão toda pelos Beatles, me surpreendi demais com a cidade, urbanisticamente falando. Uma mistura fantástica entre a arquitetura clássica inglesa e a moderna, bem "a la" Niemeyer em alguns aspectos. Recomendo a todos conhecer essa fantástica cidade que fica apenas uma hora e meia de Londres.

Para ir para lá, pegamos um trem. Aí fiz o meu primeiro desenho, retratando minhas amadas Kelly e Alice, usando apenas uma lapiseira com grafite azul e uma pequena aguada, só pra dar uma graça.

No segundo desenho, sentei por um hora no cartão postal da cidade, o antigo e revitalizado cais (Albert Dock) e tive uma das experiências mais fantásticas da vida. Um por do sol inacreditavelmente bonito, com um friozinho inglês super aconchegante. Fiquei imaginando quantas conversas e visões do futuro John, Paul, George e Ringo já não deveriam ter tido exatamente ali, 50 anos atrás....




12.8.15

Desmaterializando o uso do termo código [de barras]


"Código de barras é uma representação gráfica de dados numéricos ou alfanuméricos. A decodificação (leitura) dos dados é realizada por um tipo de scanner - o leitor de código de barras -, que emite um raio vermelho que percorre todas as barras. Onde a barra for escura, a luz é absorvida; onde a barra for clara (espaços), a luz é refletida novamente para o leitor. Os dados capturados nessa leitura óptica são compreendidos pelo computador, que por sua vez converte-os em letras ou números humano-legíveis".

Definição presente no Wikipedia


"A definição de um código de barras pode ser reduzida a uma fórmula: A=2,5B, condicionado à alteração constante dos cheios seguintes aos vazios (embalados à vácuo). É também uma definição esquemática do bosque, da imagem na janelinha do trem, da ilusão do cinema, dos ritmos e cadências de uma definição ou de uma camuflagem".

Willy |Müller, no Diccionario Metápolis de Arquitectura Avanzada (Ciudad y Tecnologia en la Sociedad de La Información). 

Vista desde o interior do restaurante Oiticica (excelente Projeto do Rizoma Arquitetura) . Brumadinho/MG

Recentemente, uma breve experiência visual e pictórica em Inhotim [Brumadinho/MG] me lembrou e me fez avançar em algumas das minhas lições em sala de aula. Essa, em especial, acerca do uso do termo código de barras no léxico da produção arquitetônica recente. Desde o período da produção arquitetônica referendada como maneirista seria possível pinçar um ou outro exemplo de um conjunto rítmico de uma colunata, e que passando por uma sequência de frisos art decò ou por variações de esquadrias ou brises modernistas, teríamos possíveis exemplos de composições razoavelmente próximas ao uso empregado pela terminologia escrita contemporânea.

Em uma bela tarde ensolarada ao almoçar no Restaurante Oiticica, mesmo com filas estratosféricas, senhas para almoço, esperas descomunais, especialmente nesse dia... eu aparentemente não me incomodei com nada. Fato inusitado. Com boa companhia e um sketchbook aliado a algumas hidrográficas e aquarelas... bastou sentar na mesa do almoço diante dos brises do salão voltados para um dos lagos do complexo e ter a oportunidade de mais uma vez desenhar. Bom almoço e desenho, combinação interessante, não sendo perfeito por causa da quantidade de pessoas.

Desenhei! Desenhei os brises e o espaço entre os mesmos. Claro, um código de barras... como sempre. Não me incomodei com nada, mas em dado momento estranhei o fato de que eu já havia estado ali algumas diversas vezes, tinha visto os brises móveis diversas vezes, mas não tinha me "atinado" de que ali, com aqueles brises móveis metálicos enormes, perfurados e em grafite..., (e também quando no caso de coloridos e sobrepostos), me permitiam ver e "sobre-ver" diversas paisagens humanas, naturais e atmosféricas, sem necessariamente as esconder em qualquer ponto. Desenhei os espaços entre eles e os espaços entre as sobreposições deles e, se permitido fosse... desenharia os micro espaços existentes neles mesmos.

Os brises naquele caso me dizem que o conceito de código de barras, termo tão usado pela produção arquitetônica recente e falada/escrita, precisa ser revisto. Na melhor das hipóteses, entendê-lo apenas metaforicamente, e não necessariamente as construções ou elementos arquitetônicos em si. Com o aumento das sobreposições das transparências e das micro visualizações permitidas com a riqueza e variedade de uso de materiais também mais comuns aos dias de hoje, avançamos perceptivelmente (fenomenologicamente) a outras possibilidades de fruição muito mais amplas do que muitas análises e categorias permitem enquadrar. 

Enfim, com um pouco de cautela e acuro perceptível, fenomenologicamente é possível desmaterializar a noção código de barras na produção escrita/falada da arquitetura contemporânea.

André Lissonger

  

11.8.15

58º ENCONTRO DE URBAN SKETCHERS SÃO PAULO – MASP, SP

Mais um encontro urban sketchers em São Paulo, desta vez no MASP – Museu de Arte de São Paulo, na manhã ensolarada de 8 de agosto de 2015 ..

Após encontrar várias “turmas” nos arredores (dos moradores de rua, dos visitantes, dos atletas, dos poetas que tentavam vender suas obras, etc), avistei a “turma do desenho” do outro lado da rua, acomodados nos cafés da esquina e claro, desenhando ..

Também me acomodei num canto e mãos a obra para esse desenho com uma pitada de aquarela .. difícil resistir a um mínimo de cor ..





10.8.15

Diário de Viagem - Goiânia/Escandinávia


Foram 29.124km em 30 dias com uma média de 3/4 dias por cidade. Montei 5 leporelos, sem contar os outros 3 sketchbooks, de 6 páginas, fazendo um croqui por dia em cada cidade  visitadas.

Quem estiver interessado em conhecer os outros cadernos: 
https://www.flickr.com/photos/131923771@N06/ 


Caderno 1



Aeroporto Santa Genoveva ,Goiânia/GO . Saguão de Embarque

Aeroporto de Garulhos, São Paulo . Saguão de Embarque

Madrid: Hotel Parque do Retiro . Vista da janela

Madrid: Museu Reina Sophia . Tradição e Modernidade

Madrid: Aeroporto de Barajas . Saguão de Embarque

Copenhagen: Airbmb . Hospedagem


Caderno 2





Roskilde: Museu Viking . Torres da Matriz

Copenhagen: Opera Haus

Trem Intercity de Copenhagen para Marmö - ver o troço

Trem Intercity de Marmö para Copenhagen

Passeio em Stokholm

Zona de pedestres em Stokholm


Caderno 3






Stokholm.. cumprindo 62 anos bem vividos

Chegando em Reykjavik, Islândia 11 graus Ceusius

Hidrante em Reykjavik

Operahaus em Reykjavik - belo projeto

Oslo, da janela do hotel

Operahaus em Oslo: belíssima obra!

Caderno 4





Oslo, antiga estação de despachos navais

Oslo, Museu de Arte Contemporânea

Despedindo de Oslo, rumo Stuttgart, via Amsterdan

Stuttgart, da janela da casa da prima Rita

Marbach, Floresta Negra, cidade natal do meu pai

Marbach, Floresta Negra

Caderno 5






Stuttgart

Valencia, tierra de la luz y del color - cidade de minha mãe

Valencia, casa de mana



Valencia, Oceanário - conjunto Museu das artes, ciências e tecnologia

De trem bala de Valencia para Madrid a 300km/h

Madrid- despedida - 48ºsketchcrawl

No dia seguinte, 26, chegando em Sampa e 27 em Goiânia.
Recomendo!!!