25.5.18

1º Encontro USk Paraná Santa Catarina

Dois Estados, três cidades e dezenas de Urban Sketchers

Primeiro encontro, na Praça Nereu Ramos (foto: Ari Lopes da Rosa)


No início de maio, os grupos de Curitiba, Joinville e Florianópolis organizaram o 1º Encontro Urban Sketchers Paraná-Santa Catarina e provaram que a proximidade entre as cidades não é só geográfica. Além de consolidar a amizade entre os organizadores, o evento serviu para que muitos participantes tivessem a oportunidade de conversar com pessoas das quais só se conhecia o trabalho nas redes sociais.
A cidade escolhida, Joinville, fica quase no meio do caminho entre as duas capitais e tem cenários que ainda dão conta de muitas edições, como ficou claro no planejamento dos locais para desenhar. Quem levantou o roteiro foi Cláudio Santos, arquiteto e professor da Católica de Santa Catarina, em Joinville, e organizador do Urban Sketchers local.

Terceiro encontro, na Rua das Palmeiras (foto: Ari Lopes da Rosa)


Origem
O evento surgiu de uma conversa no 1º Encontro Nacional de Urban Sketchers, em abril de 2016, em Curitiba. "Acho que foi André Lissonger, coordenador nacional, quem lançou a ideia, que foi prontamente abraçada. Depois o Raro de Oliveira [coorganizador de Curitiba] começou a falar algo com o Cláudio Santos e no lançamento do meu livro em Florianópolis, botamos mais lenha na fogueira", lembra Simon Taylor, ilustrador, designer gráfico e coorganizador na capital paranaense.
As conexões entre as equipes organizadores são um emaranhado: Santos é amigo do pessoal de Curitiba e foi professor de Jaqueline Silva no curso de Arquitetura e Urbanismo. E foi ela quem fundou o grupo de Florianópolis depois de viajar à capital paranaense para ver como funcionam os encontros.

Quarto encontro, no Moinho da Rua XV, entrada de Joinville (foto: Ari Lopes da Rosa)


Primeiro dia
Sábado (5/5) começou cedo às 9h30 com a concentração na praça Nereu Ramos, no Centro. Participantes recém chegados de suas cidades se misturavam aos desenhistas locais. A praça é rodeada de construções históricas, das estátuas da mitologia romana na fachada do Palacete Schlem às linhas art-decó do prédio da Ipreville, ambos tombados pelo patrimônio. Simon Taylor agradeceu a presença de todos e deu o início oficial ao encontro que terminou pouco antes do almoço com mostra dos trabalhos, registro dos desenhos com três carimbos (um de cada cidade) e sorteios dos brindes doados pela Editora Gustavo Gili, Dina Shop e Le Papier.
O Museu do Imigrante, construção de 1870 que já foi conhecida como Palácio dos Príncipes, desta vez abrigou uma comunidade muito mais heterogênea. Parte dos desenhistas se posicionou na Alameda Brüstlein, conhecida como rua das Palmeiras pelas fileiras de árvores por toda sua extensão. Fabiano Vianna, coorganizador do USk Curitiba, conseguiu capturar um rapaz que atravessa correndo e gritava "Vem, família" para uma matilha de cães que o acompanhava.
A luz do fim de tarde deu as cores para desenhar o prédio da Minâncora, sede da fabricante da pomada de mesmo nome. Construído em 1929, tem arquitetura singular, com elementos do ecletismo e art-nouveau. No fim do dia, mais uma rodada de sorteios dos presentes da Gustavo Gili, Dina Shop e Le Papier.
De noite, as canetas e lápis foram substituídas por garfos e facas (e copos) em uma conhecida choperia da cidade. As mesas enfileiradas para mais de trinta pessoas ocuparam quase todo o comprimento do salão principal.

Encontro final e despedida no Museu de Arte de Joinville (foto: Ari Lopes da Rosa)


Últimos desenhos no domingo (6/5)
O moinho e o pórtico que marcam a entrada da cidade são o símbolo de Joinville (o moinho até faz parte do logotipo do USk local). Outra característica típica da cidade, a chuva, parecia que iria dar as caras em breve com o céu nublado. Enquanto não vinha, quase todos se sentaram para desenhar o moinho no gramado da rótula em frente, provocando a curiosidade dos motoristas. Na exposição dos trabalhos, deu para ver os estilos diferentes. Como havia participantes de Curitiba e Florianópolis que pegariam a estrada logo no início da tarde, Taylor terminou de sortear os brindes restantes.
A chuva que começou ao meio-dia parou assim que a turma voltou do almoço. Foi a deixa para ir ao último ponto – o Museu de Arte de Joinville – MAJ, vizinho da Cidadela Cultural Antarctica e do Instituto Juarez Machado, outros dois espaços de cultura da cidade. Ocupando uma antiga residência da metade do século 19, de traços medievais, clássicos e coloniais, o museu tem sacadas que serviram de abrigo aos desenhistas quando a chuva voltou.
Às 17h, fotos, trabalhos e despedidas marcaram o encerramento. A maratona de desenhos e as conversas com tantas pessoas deram a sensação de que os dois dias valeram por uma semana.

3 USks reunidos pela amizade e paixão pelo desenho: Raro de Oliveira e Simon Taylor (USk Curitiba), Carol Grilo e Ivan Geronimo (USk Florianópolis), Fabiano Vianna (USk Curitiba) e Cláudio Santos (USk Joinville)

Informações

1º Encontro Urban Sketchers Paraná-Santa Catarina
Joinville, SC
5 e 6 de maio de 2018 (sábado e domingo)
Sorteio de brindes da Dina (representante dos papéis alemães Hahnemühle), da Editora Gustavo Gili Brasil (com títulos sobre desenho) e da Le Papier (loja de materiais artísticos de Curitiba).

Programação 5 de maio, sábado:
9h30 - Praça Nereu Ramos
12h30 - Almoço nas redondezas da praça
14h - Museu do Imigrante (rua Rio Branco, 229)
16h30 - Farmácia Minancora (rua das Palmeiras)
19h - Confraternização (Biergarten - rua Visconde de Taunay, 1183, Atiradores, Centro)

Programação 6 de maio, domingo:
9h30 - Moinho e Pórtico da XV (encontro no estacionamento)
11h30 - Almoço no restaurante Glória (rua XV de Novembro, 2250)
14h30 - Museu de Arte de Joinville (rua XV de Novembro, 1400)
16h30 - Encerramento (foto final e despedida)

Sketch do Museu da Imigração, por Cristina Walter 

Sketch do Museu da Imigração, por Aurea Chu

Sketch da Praça Nereu Ramos, por Cláudio Santos

Sketch do Museu de Arte de Joinville, por Simon Taylor
Sketch da Rua das Palmeiras, por Raro de Oliveira

Sketch do Rua das Palmeiras, por Julia Zanella

Sketch do Pórtico e Moinho da Rua XV, por Sandra Kuniwake

Sketch do Moinho da Rua XV, por Cláudio Santos 
Sketch do Museu da Imigração, por Fabiano Vianna


Sketch do Palacete Oswaldo Doria, por Carol Grilo

Sketch do Palacete Schlemm, por Ivan Jeronimo

Uskers em ação na Praça Nereu Ramos

Diversão e risadas garantidas: Drink & Draw no restaurante Biregarten

Galera reunida no encontro do Moinho da Rua XV

Sketch do Moinho da Rua XV, por Lucas Polidoro



18.5.18

Joinville, uma odisseia no espaço (do caderno) - Parte I

Meu amigo André Lissonger tem reclamado que não tenho mais escrito textos quando publico meus desenhos, e assim perdi essa relação desenho-história que ele gostava nas minhas publicações. Realmente não tenho mais praticado esse antigo costume, que no início das minhas aventuras de sketcher, estavam muito presentes. Talvez seja porque o ato de desenhar se tornou mais duro, pesado, perdeu aquela leveza de fazer um desenho qualquer, afinal é só um sketch, não é mesmo? O resultado do desenho ficou mais importante que o gesto, a experiência, a diversão. Será que mais alguém sente isso? Quando estou mais atento ao resultado, me preocupando com coisas complexas do desenho e da pintura, o mundo à minha volta vira formas, linhas e cores. Fico alheio às deliciosas interferências externas, e o cronista (puto da vida) vai-se embora! Afinal esse desenhista não conversa mais com ele.

Um outro amigo, Fabiano Vianna, conta que as musas das artes têm ciúmes entre elas, que não podemos agradar a uma sem comprar briga com outra. Será mesmo? Quem já apreciou as inspiradoras postagens da Karina Kuschnir não irá concordar com isso. É dos desenhos que ela tira as melhores histórias, ou vice-versa, que no caso dela não importa a ordem, pois tem beleza pra todo lado.

O pessoal deve estar se perguntando, mas e o assunto do título? E Joinville? Pois é, tava dando essa volta toda pra dizer que eu também sinto falta das histórias, pois desenhar na rua é temperar o desenho com cheiro e vozes, com acasos e tropeços, com muitos erros e alguns acertos. E lá (ufa, finalmente) no 1º Encontro de Urban Sketchers Paraná-Santa Catarina foi assim, desenhos + histórias que vou contar agora. Dessa vez não serão as esperadas histórias do cotidiano da cidade atravessando nossos traços, mas as histórias por trás dos desenhos, das minhas tentativas e erros, desse conversê interior entre o sketcher e seu desenho.

Primeiro desenho, uma aquarela num bloco que já tenho a tempos. Foi o "maldito" Simon Taylor que me presenteou, quando estava imbuído de me viciar nesse tal de urban sktcher. E conseguiu! Surpreendentemente o papel que não parece bom para aquarela, funcionou bastante bem. Já tive experiências muito mais difíceis com outros papéis ditos específicos para aguadas. O prédio que "pedia" pra ser desenhado era o que ficou atrás de mim, e eu de costas pra ele. Isso é uma das coisas que mais aprecio nesse movimento, essa liberdade tridimensional do mundo lá de fora. - Desenhe o que lhe agrada! E o que me agradou era esse outro predinho cinzento, art déco, e os toldos coloridos na frente dele. Claro que pintar uma cena com toldos ou tendas vermelhas já remete às aquarelas do Alvaro Castagnet, mas me meti assim mesmo nessa aventura sem chances de sucesso. - Dez reais, dez reais, é o chip da Tim já com carga! Insistia a vendedora ao meu lado enquanto eu lutava para não me afogar no mar de manchas que se misturam da aquarela. Ao final reflito: - a aquarela é minha praia? Não! Mas sempre aprendo um pouco mais quando mergulho nela.

Meio torto, depois de uma hora sentado no chão lidando com as complexidades do desenho anterior, fui dar uma volta e ver o que a Praça Nereu Ramos tinha para oferecer. Claro que me atraí pela troupe máscula e de meia idade que jogava cartas. Um total clube do bolinha cheio de personagens muito interessantes. Escolhi outro suporte, o meu queridinho bloco de papel kraft. No fundo no fundo eu tenho um problema com o amarelado dele, queria que fosse mais sépia, mas ok, eu perdoo essa pequena falha. Faltava meia hora pro fim do encontro da manhã e eu não podia viajar muito na maionese. Então, como solucionar rapidamente uma cena tão complexa que tava pedindo pra ser desenhada? Primeira coisa a se pensar, e sempre repito isso por aí, olho o que não vou desenhar. O desenho é feito dessas duas massas, o que a gente desenha, o e que a gente não desenha. Nesse caso a solução que encontrei foi recortar os corpos dos personagens pela forma das cadeiras de plástico, assim eu insinuava a presença delas sem desenhá-las, poupando tempo e evitando um elemento complexo que podia gerar ruído e tirar a atenção do tema principal, o pessoal do carteado. Mesmo assim foi um desenho longo, tentando capturar as expressões e algumas faces, lidando com gente que vai embora e que muda de lugar. - Olha só o Fulano, ficou bem mais velho! Alguns que viram o desenho caçoavam dos amigos. Fechando a cena acrescentei a árvore e fiquei sentindo falta de algo mais, peguei a poska branca e desenhei a arquitetura dos prédios ao fundo. Isso me ajudou a contextualizar o desenho, dando um cenário pros meus personagens, e mantendo a estética que venho usando em outros desenhos nesse caderno de papel kraft. O tempo se esgotou e no finzinho ficou a dúvida: - jogo uma aquarela no desenho pra fazer a sombra projetada nos personagens ou não? Como não tive, nem tenho resposta até agora, deixei como está.

Por hoje só, dois mergulhos pra molhar os pés e as mãos. Na próxima postagem tem mais desse mar do desenhar. Até lá!

8.5.18

USK NATAL NÚMERO 50!

O coletivo Urban Sketchers Natal tem um pouco mais de 5 anos de atuação, desenhando as cidades do Rio Grande do Norte e os bairros da capital, um desenho por vez. Os encontros acontecem mensalmente e, em 14 de Abril de 2018, chegamos à 50ª reunião do grupo. Todos os nossos encontros são momentos presenciais marcantes, quando praticamos a percepção dos espaços urbanos e dos edifícios arquitetônicos, a partir do desenho de observação e locação, se utilizando de diversas técnicas de representação, conforme a expressão artística de cada desenhador.

Exposição dos desenhadores com seus trabalhos na escadaria do Largo da Rua Chile

Contudo, neste encontro de número 50, o evento foi repleto de atrações, com uma dinâmica para além dos desenhos, e interação com um dos principais objetivos do coletivo: refletir e agir acerca das resistências e permanências na cidade. Em especial, no bairro da Ribeira.

Vista do início da Rua Chile no Largo




Registros dos desenhadores no Largo da Rua Chile e arredores

Entre os meses de março e julho de 2018, estão sendo realizados cinco encontros em torno da temática "resistências e permanências" pelo projeto de extensão "Ribeira Desenhada", da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, sob a coordenação de José Clewton e Eunádia Cavalvanti. Se tratam de ações integradas ao Urban Sketchers Natal, coordenado por ambos, juntamente com Petterson Dantas e André Alves. Esta integração demonstra como o desenho é uma das formas de apreensão do espaço urbano e amplia o debate para rodas de conversa conduzidas por personagens importantes nesta resistência e permanência no bairro da Ribeira. 

Os coordenadores do USk Natal e do Ribeira Desenhada acima da escadaria do Largo, onde os trabalhos foram expostos ao final da dinâmica

Roda de conversa sobre as resistências e permanências no bairro da Ribeira 

Roda de conversa que ocorreu no Ateliê Bar
Neste mês de Abril, o "Ribeira Desenhada" teve sua segunda edição e, como descrito, integrada ao 50º Encontro do USk Natal. Dezenas de desenhadores passearam pelo Largo da Rua Chile e colocaram no papel a sua percepção deste entorno. Os trabalhos foram expostos na escadaria do Largo, a Exposichão do 50º USk Natal.

 "Exposichão" do 50º Encontro USk Natal







Registro de alguns trabalhos desenvolvidos durante o Encontro
A roda de conversa aconteceu após a realização dos desenhos de locação, no Ateliê Bar e Petiscaria, e foi puxada pelo empresário André Maia, proprietário do bar, pelo arquiteto Haroldo Maranhão, por Valdércio Costa, coordenador do Clube Náutico Potengy e debateu sobre o trabalho desenvolvido para as fachadas da Rua Chile, os usos existentes nos imóveis da Rua, em detrimento do descaso da iniciativa publica ou da ineficiência das regulamentações. Participaram ainda, colaborando com esse debate, Nalva do Nalva Café e Salão, o jornalista Alexandre Gurgel, morador do bairro, a produtora cultural Mariana Area, a professora da UFRN Ruth Ataíde, além dos desenhadores do USk Natal.

Puxadores de conversa da roda em debate
Durante o evento, ainda houve sorteio do livro "Desenhar o Espaço" da Editora GG Brasil, sorteio da camiseta pela edição comemorativa do Encontro 50 e apresentação musical do Grupo Vocal Acorde, da UFRN, para fechar a noite em celebração ao movimento desenvolvido na Ribeira.

 Bolsista do projeto Ribeira Desenhada Arianne, premiada no sorteio de livro da Editora GG Brasil

Desenhista do USk Natal premiado com camiseta de edição comemorativa ao Encontro número 50

Grupo Vocal Acorde, da Escola de Música da UFRN, abrilhantando o encerramento do evento
Que mais ações e projetos aconteçam tendo o desenho como elo de integração!
Que mais pessoas se permitam, se (ar)risquem (lembrando Mestre Jota Clewton), se encantem e conheçam a Natal e cidades vizinhas a partir do desenho!
Que cada vez mais o desenho seja um instrumento de preservação da paisagem, conservação do patrimônio histórico e ferramenta de representação, comunicação e linguagem do ser humano!
E que venha o encontro de número 50!
Vida longa ao USk Natal, ao USk Brasil e ao movimento Urban Sketchers!

André Alves
Co-coordenador do USk Natal

6.5.18

USK BRASIL - Fórum Nacional



USK BRASIL - Fórum Nacional
Atualizado em Maio de 2018

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URBAN SKETCHERS BRASIL
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- André Lissonger [Diretor Geral e Coordenador de Grupos]
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- Juliana Russo Burgierman [Fundador USk Brasil]
- Ronaldo Kurita [Coordenação de Eventos USk Brasil]
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URBAN SKETCHERS NATAL
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URBAN SKETCHERS PORTO ALEGRE
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- Verônica Daudt

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- Marcia Quintela
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URBAN SKETCHERS RIO PRETO
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URBAN SKETCHERS SALVADOR
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URBAN SKETCHERS VALE DO AÇO
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- Brécio Pacheco
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URBAN SKETCHERS VITÓRIA
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- Alfredo Abel Tessinari
- Geraldo Majella Tardin Rodrigues
- Tarcísio Bahia

5.5.18

Arte ao Centro Brasil 2018 – II Encontro Internacional de Desenho de Rua


No âmbito do Arte ao Centro Brasil, eu, o Pedro Alves e o António Bártolo estaremos em Araraquara - SP - Brasil a orientar um conjunto de oficinas de desenho e aguarela.
O Intercâmbio entre as cidades de Torres Vedras e Araraquara reforça-se a cada ano que passa e muito se deve ao curador do evento no Brasil - Lauro Monteiro e ao coordenador do grupo de urban sketchers da cidade brasileira, o arquiteto Joel Venceslau. Para eles e para todos os envolvidos, o meu muito obrigado.

Estão todos convidados a participar. Um forte abraço de Portugal
 
 
 
Notícias de Araraquara
 
De nível internacional, cinco grandes encontros de desenho de rua acontecem durante a realização do projeto Arte ao Centro com orientação de artistas e ilustradores portugueses.
Esta é a segunda edição do encontro internacional de desenho de Rua que acontece no âmbito do Arte ao Centro, cuja organização é do Urban Sketchers Araraquara, que tem o arquiteto Joel Venceslau como coordenador.
Com o objetivo realizar desenhos de observação, principalmente voltado ao patrimônio material e imaterial, este encontro faz parte de um movimento mundial e para participar basta um caderno, algo para desenhar e alguma aquarela para colorir, configura um dos movimentos mais democráticos em relação ao desenho.
O primeiro encontro acontecerá, sob orientação do Aquarelista
António Bártolo, no Parque Pinheirinho, das 19 de maio, sábado, das 9 as 12 horas. “As minhas expectativas neste encontro é partilhar com todos os participantes, todo o meu conhecimento. Mostrar o quanto a aquarela é uma técnica versátil e apaixonante.”
No domingo, dia 2, das 9 às 12h no Assentamento Bela Vista, que terá como orientador o arquiteto
André Duarte Baptista, “destaco o meu agrado quanto à escolha do Assentamento Bela Vista, pois interessa-me conhecer este tipo de patrimônio diferenciado, onde existe uma forte ligação entre o patrimônio material e imaterial - as casas e a comunidade.”, explica Baptista.
Neste mesmo domingo, à tarde, das 15 as 18h, o ilustrador
Pedro Alves orienta este encontro na avenida Bento de Abreu, no Teatro Municipal. Pedro pretende despertar o gosto pela arte para o maior número de pessoas, explica “para desenhar não é necessário ter talento, mas sim, gosto e perseverança”.
Os artistas portugueses repetem suas orientações no final de semana seguinte, no dia 26 de maio, das 9 às 12h na Fazenda do Pinhal em São Carlos – com André Baptista e dia 27, domingo, na Fazenda Salto Grande, com António Bártolo.
Ao final de cada atividade, acontecerá um momento de confraternização entre os participantes e convidados portugueses, num encontro informal de desenhos, Drink & Draw.
Todas estas atividades contarão com a presença dos artistas portugueses que fazem parte do projeto Arte ao Centro-2018.
A programação do II Encontro Internacional de Desenho de Rua é livre e gratuita e as
As inscrições devem ser feitas pelo e-mail usk.araraquara@gmail.com
Agenda: II Encontro Internacional de Desenho de Rua
19/05 – Sábado das 09h00 às 12h00, orientação de António Bártolo.
Local: Parque Pinheirinho
20/05 – Domingo
Manhã: das 09h00 às 12h00 - com orientação de André Baptista.
Local: Assentamento Bela Vista
Tarde: das 15h00 às 18h00 - orientação de Pedro Alves.
Local: Avenida Bento de Abreu-Teatro Municipal
Às 18h30 - Drink & Draw – Encontro informal de Desenhos
Local: Espaço Arte
26/05 – Sábado
Das 09h00 às 12h00 - orientação de André Baptista
Local: Fazenda do Pinhal, São Carlos - Vagas limitadas
Às 18h30 – Drink & Draw – Encontro informal de Desenhos
Local: Acarajé com Arte
27/05 – Domingo das 09h00 às 12h00 – orientação de António Bártolo.
Local: Fazenda Salto Grande – Vagas limitadas
 
André Duarte Baptista
 
António Bártolo
 
 
Pedro Alves

2.5.18

27º Encontro USK Fortaleza - Igreja do Carmo


O 27º Encontro Urban Sketchers Fortaleza aconteceu no sábado, 21/4/18, feriado de Tiradentes. Contamos com a presença de 23 sketchers que, através de variadas técnicas e olhares, registraram a Igreja de Nossa Senhora do Carmo. A igreja está localizada na Praça do Carmo e sua fachada principal olha para a Av. Duque de Caxias um dos principais acessos ao centro histórico de nossa cidade. O início de sua construção ocorreu em 1850, embora sua atual denominação só tenha sido assumida em 1892 e sua inauguração oficial (com a maior parte das características arquitetônicas atuais) só tenha acontecido em 1906. 

Foi mais um dia de muito sol e de intensa produção gráfica. Sobre isso, deixarei aqui algumas colocações para nossa reflexão. Tenho observado já há algum tempo como o nome escolhido para o título dos nossos encontros acaba influenciando a temática dos desenhos. Ficou claro que a atenção dos participantes, inclusive a minha, foi direcionada somente para a igreja embora o perímetro da Praça do Carmo, por exemplo, também tivesse vários temas interessantes. Outro ponto que considero curioso foi a forte atração que a torre da igreja provocou nos desenhistas. Ela está presente em 18 dos 21 desenhos mostrados aqui. Os ângulos e composições escolhidos também sempre me chamam a atenção. Eles acabam sendo determinados por variáveis nem sempre relacionadas com o desenho. Uma delas é, por exemplo, a possibilidade de desenhar sentado e na sombra :). 

É claro que nada disso diminui o valor dos registros. Tenho certeza que todos os sketchers no Brasil e no mundo passam por situações semelhantes, mas fica a dica de olharmos mais atentamente para outras possibilidades além do tema que virou título do encontro :). Apesar do evidente foco na igreja, destaco mais uma vez a variedade de processos e visões que culminaram em belíssimos sketches. Foi, como de costume, mais um grande encontro!

Valeu e até o próximo, dia 26/5/2018 no Centro Administrativo Do Estado Do Ceara - Cambeba.