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31.7.15
1.1.15
Férias em Santa Bárbara d'Oeste-SP
Durante as últimas semanas de dezembro estive em férias, que passei na casa dos meus pais, em Santa Bárbara d'Oeste. Nesse tempo procurei, através do desenho, redescobrir a cidade onde passei minha infância e adolescência. O olhar viciado, acostumado a procurar e a encontrar tudo aquilo que penso saber da cidade, sempre me dizia que nela não há nada de interessante. Aqui vão alguns dos registros dessa minha busca.
Esta é da parte mais antiga da cidade. Zona limítrofe, são as ruas finais da parte central. A declividade acentuada vem da proximidade com a várzea de um rio. A demolição de um muro nesta esquina revelou a intimidade até então escondida nesta edificação cujo uso não consigo identificar (uni ou multifamiliar?)
Seguindo caminhando à esquerda, esta mesma rua (João Batista Furlan) termina em uma curva que desce à Rua Inácio Antônio, que margeia a várzea. Olhando pra trás, vejo este interessante conjunto de casas. As entradas, acessos, a relação espaço público x privado são de uma inventividade tão grande que lamento não ter conseguido captar deste ângulo.
Avançando um pouco mais na periferia, me lembrei de registrar este encontro de duas avenidas que margeiam a ferrovia, sob a Rodovia Luiz de Queiroz. Só há espaço para um veículo por vez e, como a curva é extremamente acentuada, a visão é bloqueada pelo arrimo da ponte. Um semáforo controla a passagem dos veículos. Atravessar o sinal vermelho é correr o risco de uma batida frontal.
Colocar em evidência aquilo que passa desapercebido é uma das qualidades da atividade de desenhar. Aqui uma homenagem ao artista desconhecido que grafitou este muro, na Rua Leroy Bookalter.
O tempo chuvoso me obrigou a procurar um espaço protegido. No espaço de exposição do CEDOC da Fundação Romi registrei este trator Toro ano 1948.
As trocas, o trabalho, o espaço público e sua apropriação, o conceito do abrigo, seja ele uma árvore ou a lona de um carrinho de lanches. Todas estas ideias me vieram à mente depois deste desenho. Não sei dizer bem o porquê da escolha do objeto. Talvez estas ideias já estivessem latentes, esperando que fossem desenhadas.
E por fim, este antigo caminhão Mercedes-Benz. Sempre em frente à casa do proprietário, parece já fazer parte da rua.
Esta é da parte mais antiga da cidade. Zona limítrofe, são as ruas finais da parte central. A declividade acentuada vem da proximidade com a várzea de um rio. A demolição de um muro nesta esquina revelou a intimidade até então escondida nesta edificação cujo uso não consigo identificar (uni ou multifamiliar?)
Seguindo caminhando à esquerda, esta mesma rua (João Batista Furlan) termina em uma curva que desce à Rua Inácio Antônio, que margeia a várzea. Olhando pra trás, vejo este interessante conjunto de casas. As entradas, acessos, a relação espaço público x privado são de uma inventividade tão grande que lamento não ter conseguido captar deste ângulo.
Avançando um pouco mais na periferia, me lembrei de registrar este encontro de duas avenidas que margeiam a ferrovia, sob a Rodovia Luiz de Queiroz. Só há espaço para um veículo por vez e, como a curva é extremamente acentuada, a visão é bloqueada pelo arrimo da ponte. Um semáforo controla a passagem dos veículos. Atravessar o sinal vermelho é correr o risco de uma batida frontal.
Colocar em evidência aquilo que passa desapercebido é uma das qualidades da atividade de desenhar. Aqui uma homenagem ao artista desconhecido que grafitou este muro, na Rua Leroy Bookalter.
O tempo chuvoso me obrigou a procurar um espaço protegido. No espaço de exposição do CEDOC da Fundação Romi registrei este trator Toro ano 1948.
As trocas, o trabalho, o espaço público e sua apropriação, o conceito do abrigo, seja ele uma árvore ou a lona de um carrinho de lanches. Todas estas ideias me vieram à mente depois deste desenho. Não sei dizer bem o porquê da escolha do objeto. Talvez estas ideias já estivessem latentes, esperando que fossem desenhadas.
E por fim, este antigo caminhão Mercedes-Benz. Sempre em frente à casa do proprietário, parece já fazer parte da rua.
22.6.14
#12 Encontro dos Croquizeiros Urbanos de Salvador [USK_SSA]
Neste sábado (21 de junho de 2014) aconteceu, em Salvador da Bahia, o XII Encontro dos Urban Sketchers Salvador... ao longo das estações de trem da R.F.F.S.A (Percurso Calçada-Paripe).
Interior da Estação de Trens da Calçada (Salvador/BA).
Durante o século XIX e boa parte
do século XX, a Rede Ferroviária de Salvador chegou a conectar o Recôncavo e o
Sertão Baiano ao Porto Marítimo de Salvador. Atualmente percurso é reduzido e
compreende apenas o Subúrbio Ferroviário - poucas estações e infraestrutura praticamente
sucateada... Seu perímetro é totalmente ocupado por favelas com barracos e
construções auto-geridas, bem como por maravilhosas vistas para a Baía de Todos
os Santos.
Trens inativos na Estação de
Trens da Calçada (Salvador/BA).
Estação de Trens de Periperi (Subúrbio
Ferroviário de Salvador/BA).
Estação de Trens de Paripe (Subúrbio
Ferroviário de Salvador/BA).
Vista da janela do trem... com enquadramento
da Baía de Todos os Santos.
Todos os sketches foram realizados
com hidrográficas (Unipin Mitsubish, 0, 2mm e 0,3 mm ) e aquarela (Winsor e
Newton) sobre papel 200 gr/m2 de bloco de papel Moleskine tipo watercolour.
Abraço,
André Lissonger.
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Winsor e Newton
25.4.14
Feriado de Páscoa
Praia do Camacho.
Sol, chuva, frio e calor.
Tudo no mesmo dia.
Luz de outono.
Sombras longas.
Contraste tonal.
E tinha o caminhão.
Volvo 380.
Vermelho, enorme.
Veio de Itajaí.
Tracei com aguada.
Preferi luz e sombra.
A cor fica para o próximo.
Um abraço.
Sol, chuva, frio e calor.
Tudo no mesmo dia.
Luz de outono.
Sombras longas.
Contraste tonal.
E tinha o caminhão.
Volvo 380.
Vermelho, enorme.
Veio de Itajaí.
Tracei com aguada.
Preferi luz e sombra.
A cor fica para o próximo.
Um abraço.
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Local:
Jaguaruna, SC, Brasil
10.1.14
Vagando pelo centro de Tubarão
Ontem, caminhando pela margem do rio Tubarão parei e desenhei o terminal urbano central.
Antiga estação da Ferrovia Donna Tereza Christina.
Abriga um centro de artesanato, os ônibus urbanos e ao lado fizeram um camelódromo.
Usei caneta tinteiro e aquarela.
Hoje pela manhã, sentei num banco em frente à Lanchonete Chafariz, na Praça Centenário , desenhei com o lápis aquarelei.
O edifício é dos anos trinta e fica na margem do rio, ocupação há muito tempo não mais permitida.
Tem um estacionamento de motos e o telefone público com forma de tubarão.
Como sempre, os transeuntes param e dão palpites.
Fazia tempo que não usava a aquarela pura, sem traço de caneta..
Estava com saudades.
Um abraço para todos.
Antiga estação da Ferrovia Donna Tereza Christina.
Abriga um centro de artesanato, os ônibus urbanos e ao lado fizeram um camelódromo.
Usei caneta tinteiro e aquarela.
Hoje pela manhã, sentei num banco em frente à Lanchonete Chafariz, na Praça Centenário , desenhei com o lápis aquarelei.
O edifício é dos anos trinta e fica na margem do rio, ocupação há muito tempo não mais permitida.
Tem um estacionamento de motos e o telefone público com forma de tubarão.
Como sempre, os transeuntes param e dão palpites.
Fazia tempo que não usava a aquarela pura, sem traço de caneta..
Estava com saudades.
Um abraço para todos.
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Canson,
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Tubarão,
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Local:
Centro, Tubarão - SC, Brasil
17.12.13
Orelhão Tubarão
Fazia tempo que queria desenhar esta obra kitsch urbana contemporânea.
Agora deu . . .férias.
Este telefone público existe há uns vinte e cinco anos no centro de Tubarão, na Praça Centenário.
Não raro vemos turistas se fotografando com a cabeça dentro da boca do esqualo.
O aparelho quase não é mais usado por razões óbvias.
Mas, a obra ainda faz sucesso entre os urbanitas.
Agora deu . . .férias.
Este telefone público existe há uns vinte e cinco anos no centro de Tubarão, na Praça Centenário.
Não raro vemos turistas se fotografando com a cabeça dentro da boca do esqualo.
O aparelho quase não é mais usado por razões óbvias.
Mas, a obra ainda faz sucesso entre os urbanitas.
Um abraço para todos.
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Local:
Centro, Tubarão - SC, Brasil
20.10.13
Capela Nossa Senhora dos Navegantes- Balneário Rincão
Balneário Rincão é um município novo no sul de Santa Catarina.
Durante a missa de comemoração do XXII aniversário da Associação Coral do Balneário Rincão fiz este desenho do fundos da capela. Tem uma cobertura em concreto interessante.
Merecia uma nova torre do sino, esta parece provisória, nada a ver com a arquitetura da capela.
O dia estava lindo e temperatura agradável.
O almoço foi um delicioso carreteiro e as pessoas muito gentis.
Caneta Lamy, tinta Noodlers e aquarela sobre papel Canson aquarela.
Um abraço para todos.
Durante a missa de comemoração do XXII aniversário da Associação Coral do Balneário Rincão fiz este desenho do fundos da capela. Tem uma cobertura em concreto interessante.
Merecia uma nova torre do sino, esta parece provisória, nada a ver com a arquitetura da capela.
O dia estava lindo e temperatura agradável.
O almoço foi um delicioso carreteiro e as pessoas muito gentis.
Caneta Lamy, tinta Noodlers e aquarela sobre papel Canson aquarela.
Um abraço para todos.
15.9.13
Baleias e Surfistas
Na Praia do Farol de Santa Marta.
Maravilhoso e perigoso espetáculo das baleias abanando a cauda próximas aos surfistas.
Fiz um sketch rápido pois as aquáticas senhoras não ficam posando para o entusiasmado sketcher.
Maravilhoso e perigoso espetáculo das baleias abanando a cauda próximas aos surfistas.
Fiz um sketch rápido pois as aquáticas senhoras não ficam posando para o entusiasmado sketcher.
Em seguida desenhei o farol e a capela da praia.
O farol construído no final do século dezenove.
A região na época era um cemitério de navios.
Desde então é considerado um dos mais importantes da América do Sul.
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28.7.12
Casas de madeira
Feitas com tábuas e mata juntas, de canela ou peroba.
O telhado sempre com telhas francesas.
O telhado sempre com telhas francesas.
Tradicional casa do sul catarinense até os anos 70.
Poucas restam na área central ,aqui em Tubarão.
São disputadas pelos fabricantes de mobília maciça pela qualidade da madeira.
As que ainda sobrevivem são pontos comerciais de serviços e venda de móveis usados.
Continuam de pé, os terrenos muito valorizados, esperam por mais um empreendimento imobiliário.
Vão desaparecer.
Fica o registro.
Um abraço para todos.
Bico de pena e aquarela sobre papel Canson creme.

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28.4.12
Sketch rural e Gillott 303
Construção rural típica do sul de Sta Catarina. Fica na estrada que leva a São Martinho, cidade de colonização alemã a 45 Km de Tubarão.
Usei uma clássica pena Gillott 303 que ganhei de um amigo arquiteto de Garopaba, o Tasca.
Maravilhoso presente pois conhecia esta pena só de nome. Na caixinha antiga que ele me trouxe haviam duas Gillott 303, duas Resisto Massag para letreiros e uma Leonardt 33. Vibrei!
A tinta aplicada foi a Winsor & Newton Nut Brown sobre skstechbook Tilibra.
O papel não é apropriado para bico de pena, levanta fibras mas,está aí.
Abraços para todos.
Usei uma clássica pena Gillott 303 que ganhei de um amigo arquiteto de Garopaba, o Tasca.
Maravilhoso presente pois conhecia esta pena só de nome. Na caixinha antiga que ele me trouxe haviam duas Gillott 303, duas Resisto Massag para letreiros e uma Leonardt 33. Vibrei!
A tinta aplicada foi a Winsor & Newton Nut Brown sobre skstechbook Tilibra.
O papel não é apropriado para bico de pena, levanta fibras mas,está aí.
Abraços para todos.
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